Passado um período de reflexão, que terá agitados todos os biliões de adeptos das sarapintadas, regressamos a este espaço com uma oferta da Dinamarca. Anna Trosko é uma modelo nórdica que tem como píncaro da (ainda) curta carreira a capa da revista Elle. Foi nessa publicação que semeia fantasias pelas ambiciosas da perfeição. Anna não é perfeita. Em Portugal queixar-se-ia de um apelido desajeitado
Mostrar mensagens com a etiqueta Dinamarca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dinamarca. Mostrar todas as mensagens
sábado, 6 de abril de 2013
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Rookie
Dizem os especialistas que a dinamarquesa Pernille Moeller está borrifada de talento (e não apenas de sardas) e que tem todas as qualidades (e aparência) para se tornar numa das mais famosas newcomers das passadeiras internacionais. Os traços queridos, diluídos na silhueta camuflada de maturidade (e polvilhada de pintas ruivas) cativaram as maiores empresas nova-iorquinas na área da alta costura. Pernille atravessou o Atlântico e assentou arraiais no território do Tio Sam, onde as infinitas passarelas não chegam para as elegantes passadas de uma quase-vintona para lá do 1,80 msexta-feira, 10 de julho de 2009
Revisora Oficial de Contas
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Malhação
Nina Lund é um andaime dinamarquês que está no epicentro de uma grande polémica no seu país de origem. Uma cadeia multinacional de ginásios despojou a modelo de roupa, ofereceu-lhe um par de halteres e desafiou-a a fortalecer os biceps para uma objectiva. Por sua vez, o registo fotográfico daquele momento de prática saudável foi espalhado pelos maiores outdoors da Dinamarca. Num país onde o liberalismo só costuma ser castrado pelo frio de rachar, a polémica sobre a comercialização do corpo feminino foi accionada por dois ou três puritanos, que têm alimentado incontáveis crónicas em pasquins e páginas digitais nórdicos com o intuito de (re)vestir a Nina de conceitossegunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Da pesada!
Que resultado pode proporcionar o cruzamento entre uma agente de seguros e um motorista de carreiras suburbanas? Ora a resposta está na sardenta que apresntamos hoje, Connie Nielsen, uma dinamarquesa, frederikshvana de gema. A actriz nórdica firmou a carreira num percurso muito semelhante à de Linda de Suza. Deixou o país de origem, carregando na valise seulement le essentiel, rumo a Paris. Fez figuração e passeou uns trapinhos, mas os francos não chegavam para as necessidades básicas. Tentou depois Roma, onde decidiu finalmente letrar-se à séria na arte de representação. Ganho andamento na particular arte, desfez-se dos vínculos europeus e ala para os Estados Unidos. O Advogado do Diabo, Missão a Marte e Gladiador são algumas das películas que a tornaram semi-famosa. Hoje mostra mais afinidades pela percussão na música da pesada. Com um pouco de sorte, e disponibilidade para estoirar 50 euros num dia do Rock in Rio, poderemos contempla-la em presença no próximo Verão, se Connie decidir acompanhar o namorado, o baterista Lars Ulrich, no concerto dos Metallicasexta-feira, 9 de novembro de 2007
Vikinga
Subscrever:
Mensagens (Atom)
