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sábado, 28 de julho de 2012

Jogos Sardolímpicos

A judoca belga Charline van Snick, medalha de bronze em -48 kg nos Jogos Olímpicos Londres2012 (valente!)

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Espalmada

Deborah François é uma belga apontada como das maiores promessas do cinema... francês. Era quase como o português/madeirense Cristiano Ronaldo fosse idolatrado no futebol espanhol. Pois... prossigamos. Em 2005 teve uma estreia auspiciosa na sétima arte. O primeiro filme, L'Enfant, mereceu um dos mais apetecidos prémios mundiais, a Palma de Ouro em Cannes. Confirmava-se o talento de uma jovem que, ainda sem 18 anos, ganhava o respectivo casting a outros 150 candidatos. Uma vencedora

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Tinha demal, canta + ou -

Axelle Red é nome artístico para acentuar a "ruivez" e camuflar um apelido que pode sugerir calamidades, a saber Fabienne Demal. Para ficar de bem consigo e com o público, Axelle "pintou-se" de vermelho, uma cor com cariz glorioso e campeão. Esta mulher é belga e canta, normalmente factores que não conjugam, mas fica à vossa apreciação. Para mim, nem boa, nem má. Ouve-se, mas uma ou duas vezes.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

q. b.

Sem ponta de xenofobia, mantenho algumas suspeitas sobre a personalidade francófona. Seja pela sonoridade do idioma, que não assenta nada bem em quem se digne masculino, seja pela altivez de uma desmesurada auto-estima. O panorama, na minha concepção, acentua-se para as regiões belgas. O país escolhido a albergar o Ministério da Europa tem apenas um atractivo: as lojas dos bonecos de banda-desenhada giríssimos e caríssimos. Segundo relatos transmitidos por próximos, tem também muita personalidade estrangeira sedenta de aventuras de lençol. Acrescentando o Michel Preud'Homme, esse grande guarda-redes do não menos grande Benfica, só me lembro de uma outra mais valia daquela nação: Sofie Roelens, uma graciosa modelo sardenta até à ponta dos cabelos. A pitada de sal num país insosso.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

ABBelga

Agora que está prestes a estrear nas nossas salas de cinema o musical Mamma Mia, faz todo o sentido falar de Axelle Red. Esta cantautora cometeu a proeza de unir uma Bélgica fraccionada pelos cantões e respectivos idiomas. Oriunda do pedaço flamengo do país-sede do Executivo europeu, Axelle renegou o dialecto cacofónico das suas raizes, germinadas em Hasselt, e apostou no mais internacional (mas não menos amaricado) francófono. O primeiro álbum, Sans Plus Attendre, qualquer coisa como Já Não Dou Nada por Isto, vendeu para lá de 500.000 cópias só na macambúzia Bélgica, números que, tomando em conta o título da obra, rebentou com todas as expectativas da modesta cantora. Ah... e com isto tudo esquecia-me de abordar o tema que iniciou a postada. Pois é... como ninguem é perfeito, Axelle, imaginem vocês, vinculou-se à música inspirada pelos temas dos ABBA. Esse mesmo agrupamento sueco, agora homenageado no cinema com uma comédia musical que promete deliciar muitos nostalgicos. Eu passo!