Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta música. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Descruzada

Rita Pavone reformou-se há sete anos, mas dizem que continua a ser um dos ícones da música popular italiana (versão maos suave para pimba). Entre o cardápio de singles, que venderam como melões na América Latina e em algumas zonas da Europa, destacam-se obras como Datemi un martello (Dá-me uma  martelada em tradução livre) ou Viva la pappa (salvé à comidinha). Chegou a candidatar-se ao parlamento italiano, já depois de retirada da música, mas os eleitores não lhe deram ouvidos (nem cruzinhas)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Lunar



A personalidade pop Kat Deluna encaminhou-se propositadamente a este espaço para desejar a todos os fiéis seguidores uma boa semana de trabalho. Para arrebitar, deixa-nos uma das suas representações. Have fun

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Vale tudo

Vicky Lewis já dobrou o meio século e tem cimentado a carreira artística no cinema e teatro. Apesar das qualidades da representação, tem sido a voz que empresta à bonecada o seu grande suporte financeiro. Colecciona aparições fugazes em séries, como a de Seinfeld, e filmes de meia nomeada, mas é nas gravações audio de peliculas animadas que se vai aguentando por mais de cinco minutos. Para os detractores, que lhe limitavam as potencialidades, chegou a dançar e cantar. Não foi nada mal

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Crédula

Megan Ewing é uma texana com um cocktail genético que salta pelo Atlântico. As origens vagueiam entre os traços mexicanos e o sangue alemão. O resultado é uma super-sardenta que ganha a vida a expor panos para usufruto no dia a dia. Megan também cativou Lenny Kravitz, que quis simular uma relação íntima com a giríssima modelo no clip Believe Me. Nós acreditamos (a fingir)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Bloof

Emma Booth é uma cantora galesa, bem cimentada nos 30's. Por uma nesga, tinham-lhe barrado a entrada no Eurofestival. Em 1990, e com apenas 15 anos, Emma Louise tornou-se na mais jovem cantora britânica no festival europeu mais-ou-menos-pimba. Um ano depois, mudaram as regras, colocando a fasquia nos 16, provavelmente impressionados com o aspecto infantil da artista, que nunca vendeu grande coisa

quarta-feira, 2 de março de 2011

Balançada

Lene Nystrom já não preenche as manchetes de publicações como o Blitz ou a saudosa Bravo, mas viverá para todo o sempre com o "cadastro" de ter marcado uma geração. Líder, espiritual e vocal, dos extintos Aqua, Lene foi a barbie-girl das pistas de dança na segunda metade da década de 90. Começou a servir em bares, desfilou com roupa de alta-costura e foi artista de variedades, mas levitou até ao auge da popularidade como "aquariana", embora seja de signo Balança

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Amadurecida


Mandy Moore é mais uma sardenta eclética. Com pouco mais de 10 anos aparecia no grande ecran, em filmes para crianças. Derivados de uma boa entoação, alinhou também em dobragens de desenhos animados. Com a mudança de voz, acertou nos agudos e começou a experimentar a música. Assentou na área do pop, mas só há um par de anos conseguiu desvincular-se da estampagem adolescente. Diz que é, finalmente, uma mulher. Emancipou-se e colecciona crushes

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Intervencionista

Bonnie Rait sempre se entitulou cantora de intervenção. Desde a década de 70, quando iniciou em bares a relação mais íntima com o microfone, apostou decididamente nos blues, rock, folk e country para fazer pela vida e passar a mensagem. Mesmo assim, só cerca de 20 anos depois se cimentou na indústria norte-americana. Deixou os bares e passou a vencer discos à fartazana. Apesar de nunca ter deixado o cariz político nas letras, uma das criações mais famosas desta espirrada por Deus fala de amor. Oiçam e façam a vossa avaliação

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Um canto de vidas

Kathryn Calder é uma compositora canadiana que gosta tanto de cantar e tocar que reparte o talento entre duas bandas. Nas duas, os The New Pornographers e Immaculate Machine, dá a voz e os dedos sobre as teclas do piano e do acordeão. Na área Indy, dá entoação à área mais infantil, como podem testemunhar aqui. Usufruam

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Banho(de cultura) turco

Sezen Asku, que anda pelas metades dos 50, é uma cantora popular turca, com projecção interna e carreira a bombar desde 1975. Começou por apostar na actividade agrícola, mas as sementeiras não brotavam e desviou-se para a música. Tem passado praticamente uma vida de casa-e-descasa, mas a meio desse caminho acabou por assumir o apelido de um dos ex-esposos, um geologista letrado da terra, com quem perfilhou o único rebento. Mais um contributo deste espaço para a universalidade das culturas

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Nessa Vanessa

Vanessa Le Evigan é uma actriz californiana que continua a circular pelas séries televisivas e o cinema independente. Diz que lhe falta ainda a aposta das grandes produções para dar finalmente o salto que precisa para juntar mais uns dólares e comprar uma vivenda em Los Angeles. Em períodos em que o dinheiro escassa, faz umas escapadas pela música, no agrupamento feminino Nuance, que tem faixas como Hote Like Me ou Wide Open. Os menos atentos diriam que faria bandas sonoras para filmes eróticos


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Tinha demal, canta + ou -

Axelle Red é nome artístico para acentuar a "ruivez" e camuflar um apelido que pode sugerir calamidades, a saber Fabienne Demal. Para ficar de bem consigo e com o público, Axelle "pintou-se" de vermelho, uma cor com cariz glorioso e campeão. Esta mulher é belga e canta, normalmente factores que não conjugam, mas fica à vossa apreciação. Para mim, nem boa, nem má. Ouve-se, mas uma ou duas vezes.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Música descont e descomp

Jennifer Marks é uma nova-iorquina de gema que compõe música descomprometida e sintonizada com as milhares de sardas salttantes que carrega pelo rosto e resto... do corpo. Não esgota discos nos centro comerciais, mas Jenniger consegue oferecer alguma cor às rotinas dos dias de labor e rotina. Divirtam-se

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Scotish Janis Joplin

Sandi Thom nasceu na Escócia e tem feito nome na composição e interpretação de músicas "intervencionistas". Obras como (traduzindo à letra) "Eu preferia ser uma rocker punk com flores no cabelo" merecem a atenção da crítica mais exigente. Graduada em Liverpool e apadrinhada por Sir Paul McCartney, ainda tentou o gospel, mas o que ela gosta mesmo é de exercer os dotes de multi-instrumentista (ferrinhos, rabecão e viola) e extravasar na onda inspiradora dos anos 70. Ficaria embevecida se alguém se lembrasse de a apelidar de "a Janis Joplin escocesa". Tudo bem, nós apelidamos

quarta-feira, 17 de março de 2010

Baixalta

Melissa auf der Maur é uma canadiana especialista no baixo, o que pode aparentar uma contradição, já que os 1,70 de altura até são números altinhos para os genes femininos. Não se cansa de dedilhar nas quatro cordas sempre que o som embala para o rock alternativo. Depois de se estrear nos Hole, Melissa deixou o "buraco" e desatou a esmigalhar abóboras, nos Smashing Pumpkins. Nos intervalos do baixo, tira fotos. Muitas, tantas quantas as sardas que tem espalhadas pelo corpo

sexta-feira, 12 de março de 2010

Afónica

Hayley Williams é uma jovem norte-americana de 22 anos que já é apontada como uma das mais promissoras figuras do rock alternativo dos Estados Unidos. Ao contrário de outros que apostam em carreiras musicais, Hayley não começou a cantar em coros de igreja. Tinha 13 aninhos e já integrava uma banda funk, The Factory. Por culpa de insistentes problemas de garganta, não são raras as vezes que Hayley é obrigada a adiar concertos em cima da hora, por lhe faltar a voz, mas não o talento

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Multijo

Caminha no ano em que celebrará duas décadas de existência e já é apontada como potencial sucessora de Hanna Montana. Tal como a criação da Disney para os pré-adolescentes, também Jojo Levesque canta, dança e representa. No sangue circulam-lhe... respirar fundo... genes ingleses, irlandeses, franceses, polacos e escoceses... expirar... o que lhe confere uma condição humana quase multinacional. Embora não siga (nem tenha idade) esta faixa etária, fica mais um registo de uma célebre promessa do campo sarapintado

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Regresso com Dolores

Dolores O'Riorden já é uma veterana do espectáculo, mas não o suficiente para integrar a categoria dos clássicos. Admito que sempre tive um fraquinho por esta irlandesa, quase a roçar os 4o (e não se dá por nada). Mãe dedicada de três filhos, Dolores abrandou o ritmo da composição. Chegou a lançar temas a solo, como este, depois de ter dissolvido os The Cranberries. Com a promessa de conseguir manter o privilégio de ser tri-mãe, aceitou a reconstituição do grupo. Nós, eu particularmente, agradecemos

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Duas coroas na cara

Tila Tequilla tem nome de bebida espirituosa, mas é no meio da internet que anda a beber sucesso. Nasceu em Singapura e viveu o primeiro ano de vida no Vietname, radicando-se de seguida com a família nos Estados Unidos. De nome original Thien Thanh Thi Nguyen, Tila, bem mais fácil de pronunciar, é de raça eclética, o que lhe permite laborar em várias áreas: é modelo (para indumentária de meia-lecas), actriz, cantora e compositora. O original nisto tudo é que grande parte dos seus atributos foi promovida na internet, por intermédio da rede social MySpace, o que lhe valeu inclusive os títulos de Miss MySpace e Queen of MySpace

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Filha do pai

Há muito que os suecos suspiravam por uma cantora afinada na área do jazz, desde a despedida funesta da diva Monica Zetterlund, em 2005. Para muitos ouvidos daquele país nórdico está encontrada a sucessora à altura: Lovisa Lindkvist, a quem a crítica internacional atribui semelhanças nas faculdades vocais a Diana Krall, a última grande jazzeira à escala planetária. Filha de um pianista, que produziu o CD de estreia, já vai no segundo album, agora num projecto emancipado e com laivos de bossa nova. A ouvir