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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O céu para todos

Temos, e devemos, promover o produto nacional. Julia Belard pertence à nova fornada de atrizes portuguesas. Ganhou projeção, como grande parte da nova fornada, nos Moranços com Açucar. Agora, aos 23 anos, já interpreta papéis de adulta. Integra o elenco principal de Anjo Meu, definição adequada mas redutora na "atribuição": devia ser anjo de todos (nós)

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Atéjádeus

Caros (fiéis) leitores. Este espaço peculiar caminha para um final (feliz). O tempo começa a minguar e o risco do patrão me afiambrar com mais cortes salarias a avolumar-se. Ainda vacilo entre o adeus e um até já, mas enquanto pondero, não arrisco e faço um remate com a esplendorosa entrevista com uma genuina sardenta portuguesa. A Dínia (nome ficcionado) sujeitou-se ao exigente inquérito de um dos maiores especialistas na área da derme salpicada. Resultou nisto.- Lembras-te do dia em que te apercebeste que tinhas o rosto
sarapintado? E lembras-te o que pensaste?
É uma coisa de família, sempre foi normal. Ser diferente é não ter sardas. Como é que consegues?
- Alguma vez contaste as tuas sardas?
Não mas ando para fazer isso há uns tempos.
- Tens uma estimativa?
Para cima de várias.
- Numa passadeira vermelha, à entrada para uma estreia de um
filme, camuflarias as tuas sardas com maquilhagem?
Camuflar? Não!
- Ter sardas é um dom ou uma cruz?
Obviamente, um dom.
- Alguma vez elogiaram as tuas sardas?
Sim, mas às vezes o que querem mesmo dizer é "oh, coitada, nem é feia mas
assim com aquilo". É uma boa triagem. E depois há aqueles que têm uma pancada
por sardas e me pedem entrevistas para um blogue alusivo ao tema.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Nina da Silva

"Olá nina quero tratar de ti, dar-te o mundo e o outro, tenho tudo aqui,
chega só um pouco perto de mim, acredita que nunca me senti assim...
Dou-te tudo que poder, tudo que tiver,
o que não tiver tiro aos deuses para a minha mulher,
roubamos um foguete, vamos dar uma volta até a lua,
escrevo um livro no caminho com a alma toda nua"
Lenka da Silva, a estrela maior do épico clip dos Da Weasel

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Tchin tchin!

Com a natural expectativa que a ZON passe a financiar este espaço lúdico e sardento, destacamos hoje a campanha da moderníssima fibra óptica. Mas que os novos serviços comercializados, e da linha que se disponibiliza, a ZON delimita fronteiras para os dramas e ilustra a barreira com um rosto bonito e sardento. Alguém que foi beber da nossa causa. Saúde!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Surfada

Helena Costa desenvencilhou-se do anonimato quando integrou a inesgotável série do Morangos com Açucar. Pelos dados recolhidos, ficcionou uma personagem, de nome Mónica, com feitio peculiar, semeando ódios pela miudagem. Define-se como mulher "prática e obstinada" e promete continuar a apurar a prática da representação. Depois de alguns giros em passarelles, ainda cursou em Desporto, mas o apelo televisivo interrompeu-lhe a carreira na educação física. Ainda vai matando saudades da prática do culto da saúde em investidas pelo mar, alternando entre kitesurf e bodyboard.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Agrónoma

Formada na área da agronomia, Rita Calvário tem assento parlamentar na nossa assembleia de representantes. Ocupa uma cadeira da bancada bloquista, num partido que nasceu da súmula de uma esquerda que anda a diluir-se num poder descolorido e desavindo com as ideologias. Há quem tema vincular-se ao idealismo canhoto para não desgravatar os burocratas europeus. Temos, por isso, um Governo quase apartidário, com um irmão desavindo que também não quer ser assim tão à direita para não desperdiçar votos do centro. Não sabemos se a Rita Calvário é dextra ou canhota, mas independentemente do que escreva, ou como escreva, é fiel à sua inclinação e, mais importante que isso, sarapinta a enfadonha política

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

"Parecia um ET muito feliz"

Hoje, à conversa com a Liliana, uma sardenta muito orgulhosa (e gira).
- Alguma vez te sentiste descriminada por teres sido "espirrada por Deus"?
Não, nunca... Curioso, eu tenho uma imaginação muito fértil e nunca me tinha vindo à cabeça que fosse um espirro. Mas não só nunca me senti descriminada como ainda acho o máximo ter bolinhas na cara e no corpo.
- As crianças lidam mal ou bem com as sardas? Como era na tua escolinha?
Eu pelo menos não tenho razão de queixa. Adoro sardas desde que me conheço... Claro que os meninos me perguntavam porque é que tinha tantas "borbulhas", que não passavam, Mas eu dizia que eram bolinhas da cor deles. Que eu tinha duas cores e eles só uma. Que tinha muitas bolinhas separadas e eles também muitas, mas todas juntas. A minha mãe ainda hoje se ri quando se lembra disto. Acontecia muitas vezes, porque na escola era a única sardenta, além de ser ruiva, que também dava que falar. Era mesmo "cenourinha". Então parecia um ET muito feliz...
- Já tiveste pacência para contar as sardas que tens?
Lembro-me de tentar contar as de uma mão, mas desisti. Nem saí dos dedos (risos). Mas já fiz melhor: tentei uni-las como naqueles livros com números e pontos... outro fracasso.
- Tens alguma pinta preferida, que te diga mais que as outras? Se sim, qual e porquê?
Tenhooo. Sou muito gulosa e comparo tudo aos doces. Logo, as minhas sardas são cor de caramelo. Mas tenho uma de chocolate no lado esquerdo da testa. Adorooo.
- O que achas das mulheres sardentas que se escondem em cremes para disfarçar a pele sarapintada?
Acho que são umas tontas... Maquilho muita gente por dia devido à minha profissão. Quando vejo alguém com sardas, mesmo antes de lhe perguntar o nome pergunto se gosta de ter sardas. Até hoje, só uma me disse que não e mesmo a essa não lhe pus base. Sou viciada em maquilhagem e no meu 'necessaire' não consta base. Costumo dizer que Deus nos marcou por alguma coisa e elas sorriem.
- Alguma vez recorreste à base para disfarçar?
Quando é alguém a maquilhar-me, tapam, mas eu evito, até porque tenho nos ombros, peito, braços, mãos... não ter na cara fica estranho... por isso esbato sempre.
- Alguma vez te elogiaram as sardas? Podes revelar album piropo que te lembres?
Já, claro (sorriso). Relacionado com as sardas lembro-me de um que era qualquer coisa como: 'oh sardenta, diz-me lá o teu nome se fazes o favor para te pedir ao Pai Natal...'
- Que mensagem deixas a todas as outras sardentas do Mundo?
Ter sardas é o máximo. Está na moda e não é uma colecção que qualquer mulher possa ter.
Liliana

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Dançar Neruda

Um poema de Pablo Neruda que me define na maioria dos dias e uma musica à qual as minhas sardas mantém o respeito !
A DANÇA
"Não te amo como se fosse rosa de sal, topázio ou flecha de cravos que propagam o fogo: te amo secretamente, entre a sombra e a alma..Te amo como a planta que não floresce e leva dentro de si, oculta, a luz daquelas flores, e graças a teu amor vive escuro em meu corpo o apertado aroma que ascender da terra..Te amo sem saber como, nem quando, nem onde, te amo directamente sem problemas nem orgulho: assim te amo porque não sei amar de outra maneira, . Se não assim deste modo em que não sou nem és tão perto que a tua mão sobre meu peito é minha tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho".
Joana Antunes

segunda-feira, 28 de junho de 2010

A primeira de todas

Vivemos num país à deriva, com rumo incerto e prognósticos catastrofistas. Ser português é, nestes dias, prestar serventia ao banco central e às orientações do baixa-não-baixa juros. Sermos europeus, nesta ponta do continente, é sujeitarmo-nos às determinações de Bruxelas e aos furos do cinto. Falta-nos comando. Mais que isso: falta-nos uma orientação estética, que defina, com a necessária robustez de argumentos, para o rumo de sucesso, económico, social e cultural. Canavilhas ao poder (e já)!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Sete sardas

Margarida Fonseca Santos e Maria João Lopo de Carvalho passaram a escrever a quatro mãos. Depois de desfeita a dupla formada (e aventurada) por Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães, por compromissos de Estado, desabrocha agora uma nova equipa feminina, que também aposta na área juvenil. Por arrastamento, oferecem-nos o traço de quem também aprecia sardas. Vamos aproveitar esta semana para mostrar, orgulhosamente, mais alguns bons exemplos de como se desenham sardentas no papel

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Banho de sardas

"Saí agora do banho. Analiso as minhas sardas, estão todas cá. Na barriga não tenho sardas. Gosto de sardentos, gosto de não sardentos, sardentos. Umas sardas pequeninas como tu tens debaixo dos olhos, naquele lugar que eu te disse que era meu".
Mónica Marques

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Eu e as minhas sardas

(foto de António Louro)
"Somos só uma desde que tomei consciência da sua existência. Nem sempre tivemos um relacionamento amistoso. Tudo começou quando tinha apenas uns sete ou oito anos. Nessa altura, na escola era conhecida como a 'sardenta', ou a 'cara com manchas', enfim nada animador. Ao longo dos anos, fui-me habituando a elas. Comecei achar-lhes piada e percebi que tinha uma mais valia em tê-las. Tornava-me num ser único no meu grupo de amigos. Hoje em dia, durante o Inverno estão muito claras e é durante o Verão que atingem a sua plenitude de pigmentação . Adoro as minhas sardas, aprendi a viver com elas e a tirar partido disso. Ao fim ao cabo não é todos os dias que se encontra uma sardenta".
Fátima Luzes

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Cada sarda com a sua história!

"Olá! O meu nome é Ana e tenho o nariz empinado tipo uma rampa de ski. Não é um nariz vulgar, até porque, geralmente, a conotação que têm os narizes empinados não é a melhor. O meu, só por ser meu, é especial. É ligeiramente torto (sem nunca o ter partido, o que me leva a crer que é defeito e não feitio) e tem topping por cima. O topping chamam-se freckles em inglês e taches de rosseur em francês se preferirem. Ah! e pois sim, que me desculpe Camões, chamam-se sardas o enfeite do meu nariz empinado, da minha beloved rampa de ski. Ao que parece, que sou brindada com sardas como com flocos de neve por cada raio de sol que aparece. Tal como a cor dos meus olhos é inconstante (verde, azul cinzento), as sardas têm uma periodicidade estranha, yet quite lovely: aparecem de inverno quando menos se esperam e de verão, bem, de verão, podem culpar a pigmentação (ou o excesso dela) que Deus me deu para ficar com sardas do tamanho de uma... bochecha. Exacto. O que para alguns podem ser umas sardas acrescidas pelo calor do verão, para mim, várias vezes e tão tipicamente não me fiquei pelo meio termo. Não. Umas dez sardas a mais seria demasiado vulgar. Para mim, foi uma mega sarda que me atingiu em cada bochecha num verão quente na Grécia. Há quem viva nos limites e há quem viva fora deles. As minhas sardas vivem na segunda hipótese tal e qual como eu. Não se satisfazem por serem umas 'inhas só'. Têm de ser mais, têm de ser notadas, apreciadas, bem vistas. Mas tal como a miséria, que nunca vem só e precisa de companhia, as minhas sardas não seriam nada sem a minha 'rampa de ski'. O meu nariz empinado, adereço imprescindivel sem o qual passariam despercebidas. Como tantas freckles, sardas, sinais castanhos aos montes. As minhas sardas, são especiais. Porque são minhas e sinto um orgulho imenso quando ao rebentar uma borbulha no nariz, vejo que está lá uma. Por debaixo. Underneath. E por falar em underneath, o sitio onde também tenho sardas em abundância mas em periodicidade normal e frequência vulgar é o peito. Dizem que é sexy e eu concordo. Mas não há nenhuma que chegue aos calcanhares das da minha rampa de ski. E deve ser por isso que me chamam 'Narizinho', ou não?"
...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Para quê, CTT?

... mas só de olhos abertos contemplaremos devidamente cada pinta do rosto de quem nos cerra o olhar... para poupar (contas às sardas)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

As minhas sardas (testemunho suspeito de uma pessoa com sardas)

"Sardas: (também chamadas de efélides) são pequenas manchas cutâneas pigmentadas que se acentuam após exposição ao sol. São provocadas pelo aumento de melanina na pele".
...
Ora, posto desta forma, como que de uma doença se trate, nenhuma senhora pode ter uma boa abordagem ou uma boa iniciação a este mundo que é o mundo das sardas. E é assim mesmo que começa - Sardas?! Oh não, é o desespero!
Recordo, como se fosse ontem, o dia em que tinha 6 anos e me abordaram junto da minha avó:
- Tens umas sardas tão bonitas! Ficam-te muito bem todas essas pintinhas!
E foi assim que fiquei a saber que tinha SARDAS. Até lá tudo não passava de uma explosão imensa de sinais faciais. Escusado será dizer que desatei a correr. PINTINHAS?! Só faltava dizer que tinha borrões!
Não criem fantasias. Quando se é criança toda a nossa relação com estas "pintinhas" não é fácil. Felizmente o mundo muda, e a nossa cabeça também, e as pintinhas borrões deixam de ser a "sujidade na cara" e passam a ser pronuncio de "pele clara lavadinha, boas famílias, educação e crença":
- Se Deus te marcou alguma razão encontrou.
- Mas eu não acredito em Deus!
- Mas ele acredita em ti...
Pronto...O que se responde a isto?!
Não há grande coisa a dizer. Uma pessoa cresce, e as sardas também. Companheiras de uma vida podem ser as nossas melhores amigas que, de quando em vez, também elas têm as suas férias.
Uma pessoa habitua-se e, ao chegar a certa idade é óptimo poder ouvi-lo:
- Essas tuas sardas...dão-te um charme...
Certíssimo! São - AS MINHAS SARDAS - iguais às de ninguém.
Duas faces - Inverno/ Verão - que nem na moda, somos nós as portadoras de sardas! ESTAMOS NA MODA.
É mais que isso, com o tempo aprendi, sardas = pessoa elegante e charmosa.
Agora, muita atenção minha gente, para que tudo isto seja possível é necessário tratar destas nossas amigas com grande carinho e afecto, pois como todos nós, não gostam de ser ignoradas!
...
Rita Brito

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Turbamena

(foto Luís Barra/Visão)
Tem apelido precavido ou de parcela de lotaria, mas numa entrevista, quase à la minute, concedida ontem à Visão, mostra-se desbragada nos ofícios e investida em tomar a vida com sorte . Luísa Oliveira, jornalista encarregue da peça publicada, impressiona-se com a sagacidade profissional de Filomena Cautela e avalia a cadência existencial da actriz/apresentadora ao nível do turbilhão. Chama-lhe turbo-mulher, pela combustão que inflama no quotidiano acelerado e na paixão que investe nos encargos que lhe subsidiam a vida. "Tenho liberdade económica para fazer o que quero". Pudera. Com essas pilhas também eu juntava trocos para estoirar tudo na FNAC

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Morangoska

A série juvenil Morangos com Açúcar tem-nos revelado algum produto nacional de qualidade.
Quase todas carinhas larocas, nem todas com grande talento para a representação, mas com um palmo de cara e um corpinho danone (passe a publicidade!).
Confesso não conhecer as façanhas artísticas de Sara Barros Leitão, de apenas 19 anos, mas a nossa sardenta de hoje já saltou dos Morangos para as novelas nocturnas do canal de Queluz... Depois de ter sido Jennifer Brown na série juvenil, foi Sofia em Olhos nos Olhos e agora em Sentimentos é Rute, uma bailarina, que enfrenta uma gravidez indesejada, mas que decide ter a criança (pelo menos é que se diz na Internet, que eu não vejo novelas!!)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Design...ada

"Melhorar a realidade e tornar a vida mais feliz é uma das bases do design", diz Guta Moura Guedes. Honra ao Criador pelo acerto no design da silhueta, e da derme, desta deslumbrante quarentona