terça-feira, 19 de agosto de 2008
Cangurua dourada
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Laurear a pevide
Desconheço se o espírito olímpico, fomentado por Pierre de Coubertin, tem qualquer coisa de afrodisíaco, mas a verdade é que algumas atletas estão a ser contagiadas por uma evidente malandrice. Há uns dias atrás abordámos o liberalismo da jovem nadadora Stephanie Rice, que obrigou a uma operação de cosmética das autoridades australianas ao lânguido perfil da atleta num Hi5 para aquelas bandas do Hemisfério Sul. Laure Manaudou decidiu mergulhar em águas mais agitadas e pousou para a câmara fotográfica do telemóvel do namorado. Abalada pelo escândalo em França, Laure refugiou-se na indiferente Pequim, que não faz puto de ideia da identidade desta curvilínea nadadora gaulesa. Abalada pelas sucessivas polémicas (o corpo nu da sardenta de hoje é o segundo tema de conversa nos cafetarias francesas, logo a seguir aos tacões altos de Sarkozy), Laure está a ser um verdadeiro fiasco nestes Jogos Olímpicos, embora continue a desassossegar o sistema hormonal de muitos adolescentesquinta-feira, 14 de agosto de 2008
Sardas Minhas
Não é questão de ser melhor. É questão de diferença. De estado de espírito. É questão de sensação.
Quando alguém olha para o seu rosto sardento está olhando para algo que você está usando, mas que nem sente, que nem lembra, que nem se dá conta, que não escolheu.
E as sardas ficam ali, o tempo inteiro, montadas nos sorrisos, pra lá e pra cá com os olhos, tomando banho de lágrimas. Sardas adoram se lavar de lágrimas.
Um rosto sardento é um rosto mutante. É um rosto que se disfarça. É um rosto que tem estações. No verão, as sardas se multiplicam. No inverno descansam. No outono, se misturam às folhas douradas. Na primavera, combinam com todas as flores, com todas as cores e por que não rimar, com todos os amores. Ou alguém vai dizer que não?
Carrego no rosto as sardas desde menina. Já tive vergonha, raiva, insatisfação. Já as culpei pela indiferença de quem amei. Já as condenei por fotos que rasguei. Já as fiz em mil pedaços em espelhos que me olhei. Mas a adolescência passou e elas ficaram. E por que elas também passariam? Não há cirurgia ou tratamento capazes de remover sardas. Não há jeito de uma sardenta o deixar de ser. Porque as sardas ficam além da pele. São marcas de nascença que não se contentam em ser uma. Elas querem ser uma mulher inteira. Elas querem o poder. Elas querem se espalhar palmo a palmo. Tomar conta. Invadir. Confundir. Será que no avesso da mulher de sardas há mais sardas? As sardas têm gosto de quê? Será que as sardas têm fim?
Sou uma Mulher de Sardas, mas às vezes penso se não são as sardas que me fazem tão mulher."
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Estilos de Rice
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Acurdar
Stephanie Lagarde é uma actriz francesa que amolece os corações dos mais insensíveis. Esta ruiva sarapintada tem a tendência insistente em pousar de beicinho, estratégia que adocica, até índices quase diabéditos, qualquer azedume. Entre os vários tópicos que fui juntando sobre esta actriz, para depois a canalizar aos nossos caros prezados amigos leitores, retive a participação numa película de nome, em tradução livre, Viva o Casamento e a Libertação do Curdistão. Uma mescla de mensagem política, e de conforto ao apátrida povo curdo, e de incentivo ao sagrado matrimónio. Uma boa (e gira) benfeitora esta sardentaterça-feira, 5 de agosto de 2008
Discompleta
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quinta-feira, 31 de julho de 2008
A equação
Existe um significativo número de registos de Dominique Domai, nome pomposo que contrasta com a singela figura que exibe, pela internet fora. Esta nova-iorquina, de tez outonal, despe-se, despudorada, para as objectivas, desafiando-nos a cálculos de icógnitas infinitas para discernir o número correcto de pintas pelo corpo. Amigo leitor: tomando a amostra que anexo ao post de hoje, também eu o desafio a encontrar o exacto resultado do número de sardas registadas pelos pixels digitais. O prémio é o nosso desmedido reconhecimento, pois, da minha parte, não me resta pachorra (nem idade) para tantas contasterça-feira, 29 de julho de 2008
Música para os olhos
terça-feira, 22 de julho de 2008
Corte e costura
No filme Bordadoras, Brodeuses no original, Claire, a personagem interpretada pela sardenta convidada de hoje, Lola Naymark, procura refúgio nos bordados, depois de uma tentação mal medida, que lhe germinou um rebento no ventre. Com cinco meses de gestação e sem poiso para ficar, Claire acolhe a ajuda da senhora Melikian, uma operária dotada no engenho das agulhas e linhas, que despacha serviço para os melhores estilistas mundiais. Entre mexericos e intrigas, as duas vão fixando laços, nos panos e nos respectivos corações. Uma das boas surpresas da edição de 2004 do insuspeito Festival de Cannes. Aos mais sensíveis, munam-se de um número significativo de cleanexes, que isto é para fazer chorar as pedras da calçadaquinta-feira, 17 de julho de 2008
A endireita
terça-feira, 15 de julho de 2008
Jeisa Babel
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Nora da Loren
terça-feira, 8 de julho de 2008
Gemazen
A Gema é uma australiana que promove sessões fotográficas espíritas, com a finalidade de consolar a tensão amontoada pela lufa-lufa de um quotidiano cada vez mais acelerado. Para as angustias acumuladas pelas exigências do trabalho e da família a Gema recomenda que relativize, caro leitor, relativize. Acomode-se numa esteira pela fresca, sorva um sumo de laranja natural, respire fundo e sonhe, sonhe com a sua mulher, que a Gema não lhe dá abédiasquinta-feira, 3 de julho de 2008
Alta tensão
Estreia hoje nas salas de cinema um filme horripilante, que agonizará sentidos e destroçará corações. Dois jovens sádicos enclausuram uma família na sua vivenda de fins-de-semana. Durante os longos e penosos minutos de jogos cruéis, cruzamos os dedos e torcemos para que a dupla de malandros não desanque de pancadaria a Naomi Watts, que protagoniza a dedicada esposa de Tim Roth. O Tim até é um bom actor, mas como cavalheiro que também deve ser, vai, com toda a certeza, chegar-se à frente para apanhar com todas as malfeitorias dos dois biltres. A caminho dos 40, a ex-namorada do King Kong regressa à área do terror, depois de há uns anos ter passado as noites, no original e sequela do The Ring, a ver fitas VHS de mortos-vivos. Os dois não valiam um ampere, apesar das descargas emocionais de uma Watts em tensão... perdão, em ascençãoterça-feira, 1 de julho de 2008
Surfista espantalhada
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Barrett capilar
terça-feira, 24 de junho de 2008
Verdade verdadeira
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Zanga de comadres
terça-feira, 17 de junho de 2008
Pure scotch
Fruto de uma procura heterogénea, e porque também chateia apanhar só com beautiful people que se passeia em carpetes vermelhas em Los Angeles, damos hoje atenção a quem orgulhosamente exibe as pintinhas em filmes menos próprios. Com toda a certeza, o caro leitor associar-se-á ao humilde autor destas palavras e garantirá que nunca viu, não vê, nem nunca verá filmes de nudez gratuíta, o que não nos impede, a mim e ao caro leitor, de fomentar a cultura geral e alargar os nossos conhecimentos. Tudo isto para justificar a presença na postada de hoje de Alexis May, uma britânica que faz pela vida a acarinhar outros homens (julgo que, esporadicamente, também outras mulheres). Não é uma estampa, é moderadamente gira, tens uns olhos bonitos e é sardenta. Como não discriminamos géneros (artísticos), fica a nossa atenção a esta escocesaquarta-feira, 11 de junho de 2008
Força Portugal...
Jesusa Paré
quinta-feira, 5 de junho de 2008
A entrevistadora
Aimee Teegarden é uma miúda de 19 anos que, para os mais exigentes, tem um percurso efémero e quase insigificante no mundo do espectáculo. Da minha parte, acho que pelo menos metade (ou metade mais uma décima, para maioria relativa) dos créditos deriva da sua cara sardenta e girinha. Apesar do nome não dizer quase nada a toda a gente, esta jovem actriz norte-americana tem direito a um pequeno espaço no famoso Wikipedia, no qual se refere que um dos pontos altos desta jovem foi ter entrevistado a Miss Teen da Carolina do Sul 2007. Entrevistava-me e teria reconhecimento eterno. Mas há que galgar etapas...terça-feira, 3 de junho de 2008
Sienna do coração
Para destoar, trazemos hoje uma inglesa que foi recrutada pela indústria cinematográfica às passerelles, de seu nome Sienna Guillory. Ao contrário da esmagadora maioria dos casos, que nos mostram o árduo percurso entre os conservatórios e os palcos e/ou telas de cinema, Sienna saltou esse trajecto, reservado às mais gordinhas e feias, e credenciou-se actriz há mais de 10 anos. Num dos papéis mais aclamados, foi Helena de Troia, numa mini-série nos Estados Unidos. Actualmente, podemos atestar as qualidades de Sienna em O Coração da Terra, uma co-produção anglo-espanhola, para a qual foi também recrutado o nosso conhecido Joaquim de Ameida, personagem, que me lembre, nunca passeou têxteis nas catwalksexta-feira, 30 de maio de 2008
Liga Vitalis
Não tenho pejo nenhum em confessar que desconhecia em absoluto a existência de Milena Cestari, a rapariga de boné que vos fita em olhar marinho. Também não me acanho em admitir que foi o melhor blog do mundo a apresentar-me esta modelo brasileira, mais uma na reserva inesgotável de garotas liberais e acaloradas do país irmão. Tivesse este modesto espaço metade da colaboração pisteira do E Deus Criou a Mulher, teríamos agitados temporais de tanta sardenta bonita. Como somos assim género clube da última metade do meio da tabela e temos alguns colaboradores que só pensam no trabalho, falta-nos muitas vezes a vazão que nos permita ambicionar com a permanência entre os maiores. Mas, por descobertas como a Milena, vale a pena a penúria, nem que seja para honrar espaços que figuram na Champions Leagueterça-feira, 27 de maio de 2008
Mutationes sardentis
A transfiguração é oriunda de uma campanha do BES... os créditos são, por isso, do banco... mas o reconhecimento é inteiramente nosso. Não estivesse eu mais inclinado para os novos PPR's do Estado, provavelmente subscrevia...sexta-feira, 23 de maio de 2008
Poder felino
Cat Power é um espécie de versão yankee da nossa Rita Red Shoes. O timbre é praticamente igual, mas o género versa mais a categoria underground do estilo indy e minimalista, alicerçado em espectáculos semi-privados em bares taciturnos de Nova Iorque. Charlyn "Chan" Marshall, o nome verdadeiro da sardenta de hoje, mantém uma assídua colaboração com a arte cinematográfica e terá sido a última delas a projectar universalmente o poder das baladas desta auto-intitulada felina. Em My Blueberry Nights, Cat Power oferece o melancólico The Greatest e arrisca mesmo uma pequena participação na película que também nos surpreende com os dotes cénicos de outra cantora, Norah Jones. A ouvir e ver com muita atenção esta gata nos coliseus de Lisboa e Porto (26 e 28 de Maio)terça-feira, 20 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Art nouveau
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Monet e arredores
Responde pelo mesmo nome de um dos mais conceituados artistas plásticos dos séculos XIX e XX, mas não se lhe conhecem dotes em qualquer variante das pinceladas. Talvez o que mais aproxima Monet Mazur, a sardenta convidada, a Claude Monet será o impressionismo da beleza que irradia, fruto da apaixonada concepção do pianista Billy Joel com Ruby Mazur, seduzida pela a popular ode Uptown Girl. Inspirados por esta obra musical, Billy e Ruby semearam uma linha de descendentes onde pontifica Monet, irmã de Cezanne, Matisse, Miro e Nicholas, este último, muito provavelmente, a ovelha ronhosa de tão ilustre rebanhosegunda-feira, 5 de maio de 2008
Esperta mariposa
Confesso que não estou muito atento à carreira artística de Amy Smart. Ou melhor, não tenho muito tempo para acompanhar a carreira artística de Amy Smart. Ou sendo ainda mais correcto, não me sobra muita pachorra para seguir a carreira artística de Amy Smart. No entanto, num destes dias em que não fiz absolutamente nada (o que sabe absolutamente bem), um zapping fortuito conduziu-me à película Efeito Borboleta. Neste estranho filme, a sardentíssima Amy foi calcorreando por diferentes destinos de vida, condicionados pelos poderes paranormais da sua alma gémea, um gajo que só fazia asneira sempre que se exercitava em mudar o passado. Neste jogo de esculpir vidas, Amy foi abusada pelo pai, serviu às mesas para sustentar uma precoce emancipação, foi prostituta toxicodepentende e, finalmente, para seu descanso, uma desconhecida. Moral da história: para travar esta espiral de degradação, Evan, o estranho bruxo, abdicou do amor para salvar a vida da sua mais-que-tudo. Palmas à Amy e às suas ficcionadas metamorfoses
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