Entre 1960 e meados da década de 80, Mireille Darc protagonizou uma infinidade de papéis em mais de meia centena de películas. Chegou a ser agraciada duas vezes pelo governo francês, mas nos registos do senso comum ficaram imortalizados dois factos: ter pousado nua e o relacionamento com o pinga amor Alain Delon. Chegou a projectar o namoro nas telas, embora no cinema se orgulhe de ter sido resgatada por Jean-Luc Godard para a obra Weekend. Mesmo a propósito, para uma segunda-feira
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Maçoneira
Prova que associamos, amiude, este espaço à actualidade, convidámos Victoire Maçon-Dauxerre, uma jovem modelo francesa. Para início da semana, de temperaturas muito niveladas por baixo, tentamos aquecer-vos as almas com uma sarapintada com apelido de agrupamento dos aventais. Atingida a maioridade, no ano de 2010, Victoire profissionalizou-se nas tarefas dos têxteis de alta costura e já promete ser promovida à condição de top-elite... sem compadrios maçonsquarta-feira, 12 de outubro de 2011
Granulada
Emilipe Pommelet é uma modelo francesa que não se importa de prevaricar. Assume-se como viciada em tarte de maçã, apetites que não a inibem de pousar para as objectivas. Não figura no topo do "ranking" de modelos, não costuma desfilar elta-costura, mas vai exibindo, amiude, as sardas de todo o corpo em sessões soft-eróticas, de cariz artístico. Contar as suas sardas é igual a registar cada grão de areia da Praia do Vauquinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Nada(r)
Karen Alyx prometia uma emergência meteórica no cinema francês. A primeira aparição nas telas, traduzida para As Raparigas Não Sabem Nadar, foi um sucesso nas salas de Paris e arredores. Mas, tal como o titulo convida, a promissora carreira esfumou-se, ou afundou-se, em passagens por séries televisivas medianas ou curtas aparições... em curtas. Um trajecto polvilhado por oscilações... e sardassexta-feira, 24 de junho de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
Cesarina
Isabelle Carré é uma actriz francesa com inesgotável currículo. Não é artista para espatifar credenciais na televisão e, por isso, tem apostado uma carreira na tela. Já integrou o elenco de mais de quatro dezenas de filmes, um percurso já premiado com vários prémios, um pouco menos que as nomeações. Recebeu, por isso, no lugar de estatuetas, a frustração de perder para a concorrência, embora mantenha as prateleiras embelezadas com alguns troféus de nomeada, como o César de melhor actriz em Se souvenir des belles chosesquarta-feira, 29 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Curriculada
Audrey Marnay é mais um exemplo que as sardas podem recolher grandes dividendos. Apanhada a barreira dos 30, esta miuda giríssima começou a pousar nas passadeiras e revistas internacionais a meio caminho. Tinha apenas 15 anos quando publicações como a Vogue ou a Elle a recrutaram para as suas páginas. Há cerca de cinco anos, fruto do relacionamento com um produtor, com quem semeou dois filhos, começou a apostar no cinema e já tem mais de um punhado de aparições para o currículoquarta-feira, 22 de setembro de 2010
Big balls
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Vertiga
A minha Moura não é minha, assim como que possessivo. A minha Moura é amiga de sempre e uma bondosa pesquisadora na área das sardas. Apresentou-me a Maud, a Maud Wyler, e fiquei fascinado. São estas existências que legitimam a nossa empenhada ode às sarapintadas de todo o Mundo. Maud é francesa, ainda não chegou aos 30 e começou tarde no cinema. O ano passado estreou-se nas telas com Vertige, a história de um grupo de amigos que se mete numa escalada... vertiginosaquarta-feira, 28 de julho de 2010
Madalisca
Carole Richert é uma actriz francesa que já dobrou os 40 mas ainda procura a projecção de uma Catherine Deneuve, Rommy Schneider, Isabel Adjani ou Sophie Marceau. Há quatro anos enviuvou inesperadamente do homem que lhe semeou dois filhos. Manteve-se no âmbito da ficção apesar do drama e chegou a dar vida a Maria Madalena, supostamente a senhora que desgraçou o celibato de Jesus Cristoquarta-feira, 7 de julho de 2010
Sabine encena
Sabine Azema é uma actriz francesa de média projecção, mas com mais de 30 filmes no currículo, uma dezena deles sob o comando de um realizador de nomeada, Alain Resnais... o marido. Com a guia do esposo, Sabine gritou que "A vida é um romance", prometeu "Amor Eterno" e vacilou entre "Fumar e não Fumar", entre muitos outros "Corações". Uma artista que encena e pratica o amor com o mais-que-tudo. Bons trabalhossexta-feira, 28 de maio de 2010
Rigaurosa
Sandrine Rigaux é uma actriz francesa que já anda pelas fronteiras dos 40 mas só por inícios desta década desabrochou para o (semi)estrelato mediático. Ao contrário das histórias de vida que se vão decalcando por aqui, Sandrine não começou na pré-adolescência a passar fardamentas para cabides, nem foi convidada para ficcionar personagens só pelo (bonito) palmo de cara. Foi semeando criatividade na televisão e saltou depois para o cinema. Sabe também ditar textos para centenas de apreciadores, pois tem também no currículo a passagem pelos palcos do tetaro. Temos muito orgulho nas nossas sardentas
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
Apressada
Os franceses também têm uma Susana Feitor. Lembram-se? Aquela pequenina morena que se farta de andar apressadamente nas provas de atletismo. Essa mesmo. Que transpira (muito) a camisola das quinas para honrar a bandeira portuguesa. Em França, também já há uma marchadora que começa a ganhar nome. Não é morena, é loura. Não tem uma tez trigueira, mas sim uma pele extremamente sarapintada, assim como nós, e vocês leitores, apreciamos. Apesar de uma silhueta relativamente mais gira (dizemos nós) que a da Feitor, Violaine (que parece mistura de violão com violino) ainda não se medalhou, mas promete continuar a andar à pressa (o que sempre me pareceu a marcha). Não pode é correr, que é penalizadaquarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Enfermada
Adele Jacques é uma artista com dotes cénicos e musicais e que começa agora a exibir as infinitas sardas em Hollywood. Esta francesa tem começado por baixo no maior espaço de projecção internacional e por estes dias ainda conseguimos testemunhar, por não mais de dois minutos, as suas faculdades de representação com uma bata branca vestida. Na sequela de Alvin e os Esquilos, Adele é a enfermeira que assiste o pobre Dave, internado na Cidade Luz com multiplas fracturas, na sequência das diabruras do trio de roedores. Não conto mais. Se o amigo leitor tiver paciência, ou filhos pequenos, testemunhe com os seus olhos. Mas a vista vale a penaquarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Optima
O percurso de Pauline Le Jannou não nos traz grandes novidades. Sob o risco da saturada repetição, falamos de outra criação sarapintada pelo Criador que se iniciou na modelagem e agora adapta a sua beleza aos feixes hertzianos de algumas séries televisivas. Em virtude de um rosto em traços clássicos e tez peculiar, Pauline oferece também o sedutor semblante a inesgotáveis campanhas publicitárias. Consegue promover hamburgers vegetarianos e packs de facturação móvel a preços adaptados à utilização de cada consumidorsexta-feira, 4 de setembro de 2009
Gainsburger
Hoje apresentamos alguém com a particularidade de ter germinado no culto inspirador de uma música que agitou o sistema hormonal da juventude de 70. Charlotte Gainsbourg é fruto do inexplicável amor entre o engatatão malparecido Serge Gainsbourg e a bonita, mas de gosto duvidoso, Jane Birkin. Os dois copularam sofregamente em versão áudio no Je T'aime Moi Non Plus, fertilizando uma multifacetada artista, galardoada recentemente em Cannes com o prémio de melhor actriz, graças ao desempenho, também caliente, em Anticristo. Na obra, Charlotte também extravasa o mau gosto em cenas desnudadas com Willem Dafoe, outro rapaz extremamente bonito, com um trombil na linhagem do cantor-poeta Sergequarta-feira, 24 de junho de 2009
Turista pendant
Julia Restoin-Roitfeld viveu entre as críticas e avaliações severas sobre o estilismo. É filha da patroa da edição francesa da cotadíssima Vogue mas sempre quis desenvencilhar-se das disciplinadas amarras estéticas das indumentárias. Julia tem um gosto ecléctico e uma particularidade (também tem dinheiro para isso): quando lhe dão as vontades de usar um estilo mais casual, zarpa para Nova Iorque, onde, diz ela, não está sujeita aos juizos desfavoráveis da exigente haute couture. Quem pode, podequinta-feira, 30 de abril de 2009
Francesinha
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