Mostrar mensagens com a etiqueta clássicos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta clássicos. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Ascensora


Jennifer O'Neall é uma existência de Babel. Nasceu no Brasil, filha de pai hispano-irlandês e mãe inglesa. Mudou-se, à entrada da adolescência, para os Estados Unidos. Sofreu com a viagem forçada e, segundo dizem, chegou a tentar o suicidio por a terem obrigado a separar-se do cão Mandy e do cavalo Monty. Superou a depressão e exorcizou na arte da representação. Tem como grande ícone no currículo o famoso Verão de 42, onde protagoniza uma viúva de um soldado da Grande Guerra que se amantiza por um jovem campónio. A banda sonora, ao som do piano, ainda se costuma ouvir nos elevadores

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Godarda

Entre 1960 e meados da década de 80, Mireille Darc protagonizou uma infinidade de papéis em mais de meia centena de películas. Chegou a ser agraciada duas vezes pelo governo francês, mas nos registos do senso comum ficaram imortalizados dois factos: ter pousado nua e o relacionamento com o pinga amor Alain Delon. Chegou a projectar o namoro nas telas, embora no cinema se orgulhe de ter sido resgatada por Jean-Luc Godard para a obra Weekend. Mesmo a propósito, para uma segunda-feira

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Descruzada

Rita Pavone reformou-se há sete anos, mas dizem que continua a ser um dos ícones da música popular italiana (versão maos suave para pimba). Entre o cardápio de singles, que venderam como melões na América Latina e em algumas zonas da Europa, destacam-se obras como Datemi un martello (Dá-me uma  martelada em tradução livre) ou Viva la pappa (salvé à comidinha). Chegou a candidatar-se ao parlamento italiano, já depois de retirada da música, mas os eleitores não lhe deram ouvidos (nem cruzinhas)

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Oscarithckada

Em rescaldo de mais uma festevidade oscarizada, vem a propósito Joan Fontaine. Esta actriz norte-americana, nascida... em Tóquio, recolhe o grande mérito de um vínculo premiado a Alfred Hitchcock. Pela interpretação de Rebecca conquistou o único óscar para actriz principal da filmografia do anafado realizador britânico. Ingrid Bergman? Grace Kelly? Kim Novak? Tippi Hedren? Não, Joan Fontaine!!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Opereta

Mais um resultado de um cocktail de genes que só podia resultar numa pela sarapintada. Carol Lynley projectou-se na área do espectáculo, com especialização em soap operas televisivas. Com passaporte dos Estados Unidos, Lynley é a conjugação do amor de uma norte-americana, com sangue inglês-escocês-galês-alemão e um irlandês radicado nos States. Chegou a ser considerada uma das actrizes mais giras do ramo, mas nunca chegou ao estrelato do espaço sideral. Em 2006, quando meteu os papéis de reforma, assinalou meio século de actividade. Hoje toma chá com as amigas à hora da Oprah

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Macacada

Charlotte Ramplig é uma veterana do cinema, firmando créditos por Inglaterra, onde nasceu, França e Estados Unidos. A versatilidade na internacionalização da carreira valeu-lhe, em 2000, a condecoração com a Ordem do Império Britânico, prémio que a motivou a arriscar, dois anos depois, a área da música e a edição de um álbum. Para registo imortal do seu currículo está a intepretação, em Max, Mon Amour, de uma mulher que se apaixona por um... chimpanzé

terça-feira, 14 de junho de 2011

Jacky, Jacky

Tem sangue francês, e apelido, mas nacionalidade inglesa. Jaqueline Bisset é apontada como uma diva do cinema. Dizem que foi graças aos olhos, e olhar, magnéticos, que conseguiu os primeiros trabalhos na representação. Com 65 anos, continua a alimentar os sonhos masculinos da geração de 70/80, que inspiraram a formação da maturidade dos seus seguidores. Eu incluido...

quarta-feira, 30 de março de 2011

Dias de Doris

Doris Mary Ann von Kappelhoff foi baptizada de forma impronunciável. Aquando da entrada no meio artístico decidiu simplificar e escolheu o mais assimilável Doris Day. Quase a completar 90 anos, esta antiga actriz e cantora, tem como melhor exemplo a aliança das duas facetas no western Calamity Jane. Protagonizava a rufia cowgirl, ao mesmo tempo que cantava Secret Love, música premiada com um óscar de hollywood

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Intervencionista

Bonnie Rait sempre se entitulou cantora de intervenção. Desde a década de 70, quando iniciou em bares a relação mais íntima com o microfone, apostou decididamente nos blues, rock, folk e country para fazer pela vida e passar a mensagem. Mesmo assim, só cerca de 20 anos depois se cimentou na indústria norte-americana. Deixou os bares e passou a vencer discos à fartazana. Apesar de nunca ter deixado o cariz político nas letras, uma das criações mais famosas desta espirrada por Deus fala de amor. Oiçam e façam a vossa avaliação

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Tarde Mia(ste)

Mia Farrow anda por estes dias a merecer atenção por desmentir Naomi Campbell num complexo processo de tráfico de diamantes. Tipo "aquele diamante que ela (Naomi) disse que era pequeníssimo era, afinal, um calhau do tamanho de um menir do Obelix". Esta onomatopeia de gato (ou gata) foi das grandes actrizes das décadas de 60 e 70 (e um bocadinho de 80) e sofreu a originalidade de ser "encornada" pela filha adoptiva na relação que manteve com o cineasta psicopatológico Woody Allen

quarta-feira, 3 de março de 2010

Tate nos anjos

Chegou a ser considerada, quase de forma unânime, uma das actrizes mais lindas de Hollywood, na década de 60. É também a prova cabal que a beleza pode não vincular-se a beleza, porque enamorou-se por Roman Polansky, que não é propriamente um tipo giro. Com pesar deste espaço, foi vítima de uma trágica morte, quando estava de oito meses de uma semente depositada pelo realizador agora em apuros. Um doido, Charles Manson, assassinou-a à força da lâmina. Felizmente, continua, e continuará, engavetado

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Leeia como canta

Rita Lee sempre compôs na área de "Esse tal de roque enrow" e a sua música "Arrombou a festa". Com "Amor e sexo", compôs o "Fruto Proibido". "Agora é moda", por isso, "Chega mais" a "Mania de você", porque o "Doce vampiro" também "Lança perfume". Por culpa da "Ovelha negra" é verdade que "Tudo vira bosta", a não ser que o "Menino bonito", cheio de "Saúde", for apanhado no "Flagra". Se isso acontecer, a Rita Lee "Pega rapaz" e dá-lhe para fumar uma "Erva venenosa". Mas, se tudo correr bem, "Eu e o meu gato", como ela canta, vão namoriscar para os "Jardins da Babilónia". E eu? "Obrigado não" e "Desculpe o Auê", porque "São coisas da vida". Da vossa, obviamente

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Descubra você mesmo

Lançamos hoje o desafio para serem vocês a localizar o coelho na coelhinha sardenta (neste particular, Debbie Hooper, uma telefonista de Cleveland descoberta em Agosto de 1969 pela publicação masculina mais famosa do mundo...). Divirtam-se!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sardas azaradas

A prestigiada revista LIFE arruma nos seus arquivos registos preocupantes sobre o preconceito clássico às sardas da pele. Quem se dotava de uma melanina peculiar sobre a pele era, bastas vezes, apontado como proveniente de territórios espaciais desconhecidos e, por esse motivo, temidos. Os extra-terrestres beneficiavam de tratamento especial, e arcaico, para a remoção das pintas, mas as técnicas artesanais não surtiam o efeito desejado. As sardas resistiram e são hoje, pelo menos para nós, ícone particular de beleza. Que vivam para sempre na serenidade que merecem

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Estrela cadente

Mikki Allen é um dos melhores exemplos que o estrelato pode ser fugaz e cadente. Contava 13 anos e enfrentava a problemática pré-adolescencia quando ganhou um casting para contracenar com Henry Indiana Ford Jones no melodrama O Regresso de Henry. Como não aprecio géneros que instiguem o choro compulsivo, não vos posso avaliar a qualidade da representação desta sardenta, hoje com 32 anos, mas chegou a estar nomeada para os óscares da pequenada nos Estados Unidos. Falhou o prémio e, provavelmente desgastada com a derrota, deixou a ficção sobre a tela

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Massacre de gosto

A segunda etapa do meu Verão tem sido mais caseira. Por casa, tenho dado vazão a filmografia recente e antiga, sem grande exigência intelectual. O calor força o abrandamento dos neurónios e devemos resguardar as nossas capacidades para a nova época laboral que se avizinha. Entre as obras, vi finalmente um dos maiores clássicos do terror nos anos 70, o Massacre no Texas. Entre a compilação soft-erótica das Vixen de Russ Meyer e esta película, a representação, e qualidade, dos actores assemelham-se. No elenco descortinei uma sardenta, Sally Hardesty, que representa uma pobre jovem que fará toda a diferença? Qual? Terá mesmo de ver o filme, que eu não sou nenhum chibo spoiler

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A pré das precoces

Anos antes de Shirley Temple se projectar como a mais famosa rebento-actriz da história do espectáculo norte-americano, Anita Louise já tinha mostrado capacidades precoces na música (cantada e dançada) e representação. Aos seis anos, no arranque da década de 20, já integrava espectáculos diários na Broadway. Apenas um ano depois de entoar a voz aguda nos palcos, foi requisitada pelos maiores produtores de Hollywood. Ao contrário de Shirley, que abandonou muito cedo as representações de ficção para apostar numa carreira diplomática (representações mais polidas de alguma ficção), Anita nasceu no espectáculo de variedades, cresceu no cinema e acabou por morrer na televisão. Contava com 55 anos quando foi vítima de um ataque cardíaco, numa altura em que iniciava a pré-reforma em séries televisivas medianas

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Aviaduradoura

Começamos a homenagem de hoje com referências a Gago Coutinho e Sacadura Cabral. A dupla ligou, com sucesso sofrido e acidentado, os continentes europeu e americano por via aérea. Não sabemos se o feito dos dois loucos portugueses inspirou Amelia Earhart, uma norte-americana, não menos doida, que também experimentou o fenómeno da aviação. Esta enfermeira de formação apaixonou-se pelos engenhos movidos a ventoinhas e começou por juntar dinheiro em outros biscates para cursar pilotagem. Numa época conservadora (década de 20 do anterior século), Amelia venceu os preconceitos e foi coroada Rainha do Ar, acumulando um currículo extenso em vôos de longa duração. Tornou-se celebridade e rosto de promoção a vários produtos de multinacionais, juntando o financiamento necessário às corajosas expedições. O percurso da aventureira terminou drasticamente a poucas semanas de completar 40 anos. Numa tentativa de contornar o planeta, Amelia despenhou-se no Pacífico no ano de 1937, mas só foi dada como morta quase dois anos depois. O acidente continua hoje sem explicações claras, originando uma série de mitos e tagarelices sobre o destino desta invulgar aviadora sardentíssima. Foi um momento de cultura, que este espaço é ecléctico

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Rita uccello

Rita Pavone ha un nome di uccelli che non volano, ma questo cantante italiano ha volato oltre il 60, con molto famose canzoni d'amore. In principio nessuno sa di lei e ha iniziato a mostrare chiamato Festival degli Sconosciuti. Purtroppo, è diventata famosa e triste ogni donna piangere sul suo Albuns, trasformandoli umido e ammorbidito

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Auscultadora

Pelos finais dos anos 60, Nelya Spiridonvoa recolhia ensinamentos na exigente universidade russa de Irkutsk. A beleza desta estudante de medicina motivou o repórter Stan Wayman, da Life, a viajar até ao país inimigo para reunir um extenso portfólio deste rosto sardento. Em plena gerra fria, Nelya aqueceu os apetities dos yankees, ao mesmo tempo que auscultava os brônquios a uma afortunada cobaia ou observava o número de espermatozóides por nano cúbico de uma amostra de sémen de bovino