Oriunda da impronunciável Ystradgynlais, uma cidade mineira que também exporta relógios, Eve Myles é uma das mais conceituadas figuras galesas na arte da representação. Formada em artes, foi estruturando a carreira nas séries televisivas. O reconhecimento da crítica mereceu-lhe seis nomeações para os BAFTA, os óscares britânicos, mas por apenas uma vez (até agora) subiu ao pulpito para o discurso da praxe. Por necessidade de cimentar a sua projecção internacional, não falou no idioma galêssegunda-feira, 19 de setembro de 2011
AnGalesa
Oriunda da impronunciável Ystradgynlais, uma cidade mineira que também exporta relógios, Eve Myles é uma das mais conceituadas figuras galesas na arte da representação. Formada em artes, foi estruturando a carreira nas séries televisivas. O reconhecimento da crítica mereceu-lhe seis nomeações para os BAFTA, os óscares britânicos, mas por apenas uma vez (até agora) subiu ao pulpito para o discurso da praxe. Por necessidade de cimentar a sua projecção internacional, não falou no idioma galêssexta-feira, 16 de setembro de 2011
Melting Pot(a)
Três romances em cinco anos permitiram a Zadie Smith carregar a honra de novelista de sucesso. A crítica internacional aponta-a mesmo como uma das mais jovens escritoras britânicas com potencial para sucessivos best-sellers. Filha de mãe jamaicana e pai inglês, Zadie vai saltitando entre Nova Iorque, onde é figura de congressos literários, e Londres, ao mesmo ritmo em que vai acumulando prémios. No último romance, On Beauty, editado em 2005, mistura ficção com um género de auto-biografia. Acompanha uma familia de genes americanos e britânicos, radicada em Nova Iorque, aproveitando para dissertar sobre valores étnicos e culturais dos dois lados do Atlânticoquarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Poeira urbana
De educação católica, e sangue irlandês, Bridget Regan começou cedo na representação. Começou a ganhar reputação na área inalando a poeira dos palcos aquando menina. Sem nunca ter deixado o teatro, mergulhou, com mediano sucesso, na televisão e foi saltitando entre séries para domésticas. A projecção chegou para merecer o convite para passar pelo filme O Sexo e a Cidade, duas áreas com que mantém afinidadesquinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Nada(r)
Karen Alyx prometia uma emergência meteórica no cinema francês. A primeira aparição nas telas, traduzida para As Raparigas Não Sabem Nadar, foi um sucesso nas salas de Paris e arredores. Mas, tal como o titulo convida, a promissora carreira esfumou-se, ou afundou-se, em passagens por séries televisivas medianas ou curtas aparições... em curtas. Um trajecto polvilhado por oscilações... e sardassexta-feira, 2 de setembro de 2011
Versátil
Já cá faltava o teimoso trajecto moda-estrelato televisivo. Mischa Barton nasceu em Inglaterra, mas começou a granjear fama nos Estados Unidos. Como é quase costume, iniciou-se nas passadeiras das indumentárias, cativou os olheiros e mudou-se para terras do Tio Sam, onde vai coleccionando aparições em séries medianas e filmes ousados. Chegou a ser catalogada como actriz especializada em papéis que fomentam sexo, drogas, alcool, terror e homosexualidadeterça-feira, 30 de agosto de 2011
Macacada
Charlotte Ramplig é uma veterana do cinema, firmando créditos por Inglaterra, onde nasceu, França e Estados Unidos. A versatilidade na internacionalização da carreira valeu-lhe, em 2000, a condecoração com a Ordem do Império Britânico, prémio que a motivou a arriscar, dois anos depois, a área da música e a edição de um álbum. Para registo imortal do seu currículo está a intepretação, em Max, Mon Amour, de uma mulher que se apaixona por um... chimpanzésexta-feira, 26 de agosto de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Pokerada
Eleita Miss Hawai em 1995, pouco antes de comemorar os primeiros 20 anos, Shana Hiatt especializou-se no poker. Depois da aposta efémera na industria da mosa, Shana apostou no jogo de cartas e deu a cara anfitriã a sucessivos campeonatos. O vínculo alimentou-lhe o bichinho e também se viciou no jogo das cartas. Por restrições do seu trabalho, foi sempre barrada a alinhar nos campeonatos, especializando-se, por isso, na versão on-line, onde, dizem, ser das maiores ganhadoras do meiosegunda-feira, 22 de agosto de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Nua e crua
"Quanto mais acrescentarmos iluminação, maquilhagem, adereços, etc, mais desvalorizamos a fotografia. Para a imagem ter um valor real, tem de ser verdadeira", Mike Dawsonquinta-feira, 14 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Cambonara
Trazemos hoje Cameron Richardson, um dos inesgotáveis exemplos da mulher que nasce modelo e prossegue pelo caminho da representação. Esta sardenta, cimentada nos 30, tem coleccionado aparições em algumas séries televisivas e carrega a alcunha de "Cam Bones", uma espécie de Olivia Palito na língua de Camões, derivado da sua silhueta de esparguetesegunda-feira, 4 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Gammer
Teríamos todos os dias felizes se, por exemplo, partilhássemos o espaço com mulheres extraordinariamente sardentas. A nossa convidada de hoje conjuga na perfeição os dois lados. É extradordinariamente sardenta e, graças ao baptismo, garantiu a imortalidade dos dias felizes. Felicia Day adquiriu projecção no elenco da caça-vampiros Buffy, mas foi na internet que conquistou reputação. Escreveu o argumento/autobiografia, assumiu o papel de protagonista principal e ajudou a realizar The Guild, uma das mais vistas séries na internet, que fala da relação de uma mulher com... os videojogosquarta-feira, 29 de junho de 2011
Rockaddeira
Dizem as más, ou as mais esclarecidas, línguas, que Amie Cartwright gosta das vidas de popstar. Esta jovem modelo norte-americana conta com um cardápio de relacionamentos com estrelas, ou semi-estrelas, da pop, figurando, eventualmente, nos lugares de topo do "ranking" das moças com mais relacionamentos musicais. Na categoria das sardentas, será, com toda a certeza, a maior namoradeira no peculiar espaço da música rocksegunda-feira, 27 de junho de 2011
Bjorna
Carrega o frágil registo de Nancy F e popularizou-se depois de oferecer a cara sardenta à capa de uma revista. Pousou com uma raqueta e uma tira de turco na cabeça, à imagem da estrela, da altura, Bjorn Borg. Pouco mais se sabe desta modelo, mas ainda hoje a foto continua a ser um dos ícones das publicações da década de 80, ao melhor estilo da Crónica Femininasexta-feira, 24 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Descalorias
Chegou o Verão. Com o Verão, a praia. Com a praia, os abdominais. Esqueceu-se? Passou as baixas temperaturas a nutrir-se de calorias? Não queimou? Devia ter feito como a Kirin Desado, adepta da prática aeróbica, sem roupa, ou quase nenhuma. Fica para o ano. Agora, não faça como a nova artista e esconda as zonas mais pudibundassexta-feira, 17 de junho de 2011
Eslomagiar
Tem nome próprio de origem da vida feminina. Eva Kerekes vacila geneticamente entre o húngaro e o eslovaco. Decidiu-se pela segunda nacionalidade, mas parte da sua tenra dedicação às artes cénicas tem sido em telas magiares. Curiosamente, começou por (tentar) apostar na carreira policial. Chumbou nos aturados testes e foi afogar, com sucesso, mágoas numa academia de música. Formou-se e decidiu alargar os conhecimentos no teatro. Fixou-se na área, mas mudou para o cinema. Uma das mais recentes aparições está registada no apelativo "Histórias sobre Casamento e Sexo"... a ver (agradecimentos ao melhor blog do mundo pela descoberta)terça-feira, 14 de junho de 2011
Jacky, Jacky
Tem sangue francês, e apelido, mas nacionalidade inglesa. Jaqueline Bisset é apontada como uma diva do cinema. Dizem que foi graças aos olhos, e olhar, magnéticos, que conseguiu os primeiros trabalhos na representação. Com 65 anos, continua a alimentar os sonhos masculinos da geração de 70/80, que inspiraram a formação da maturidade dos seus seguidores. Eu incluido...segunda-feira, 6 de junho de 2011
Vale tudo
Vicky Lewis já dobrou o meio século e tem cimentado a carreira artística no cinema e teatro. Apesar das qualidades da representação, tem sido a voz que empresta à bonecada o seu grande suporte financeiro. Colecciona aparições fugazes em séries, como a de Seinfeld, e filmes de meia nomeada, mas é nas gravações audio de peliculas animadas que se vai aguentando por mais de cinco minutos. Para os detractores, que lhe limitavam as potencialidades, chegou a dançar e cantar. Não foi nada mal
Etiquetas:
cinema,
EUA,
música,
sarapintadas,
teatro
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Reflectir/descontrair
Subscrever:
Mensagens (Atom)











