
Os irlandeses é que sabem!
Mais um resultado de um cocktail de genes que só podia resultar numa pela sarapintada. Carol Lynley projectou-se na área do espectáculo, com especialização em soap operas televisivas. Com passaporte dos Estados Unidos, Lynley é a conjugação do amor de uma norte-americana, com sangue inglês-escocês-galês-alemão e um irlandês radicado nos States. Chegou a ser considerada uma das actrizes mais giras do ramo, mas nunca chegou ao estrelato do espaço sideral. Em 2006, quando meteu os papéis de reforma, assinalou meio século de actividade. Hoje toma chá com as amigas à hora da Oprah
Cintia Dicker é apontada, de forma quase unânime, como uma das super-hiper-mega sardentas mais lindas do planeta. Brasileira espadaúda, com quase 180 centímetros de envergadura, deve a peculiar silhueta à conjugação de sangues alemães e irlandeses. Para responder às sucessivas requisições para vestir alta-costura, mudou-se para Nova Iorque, aproveitando para corrigir o apelido. Originalmente Cintia Dick, corrigiu para Dicker, em virtude das referências fálicas do primeiro
Isabel Lucas é uma australiana com fugazes, mas premiadas, aparições em novelas e filmes. Logo depois de ter sido contemplada com o reconhecimento da crítica ligeira como a mais jovem talento popular da televisão "aussie", ganhou um casting para... promoção de pasta de dentes. Ambiciosa, mudou-se para a terra das oportunidades e tem aproveitado a dispersão de convites para render a cara bonita e sardenta. Colaboradora da causa animal, a reconhecida organização PETA retribuiu os préstimos com a condecoração de uma das celebridades mais sexys da Austrália
Erin Hetherton, resgatada numa praia de Miami por um atento olheiro, diz-se orgulhosamente natural do lugar de Skokie, no Illinois. A modelo norte-americana teve de rumar, porém, para a Big Apple como forma de juntar os dólares que a constituem nestes dias como uma das modelos melhor remuneradas do planeta. Actualmente, vai juntando mais umas coroas com a condição privilegiada de elemento do restrito exército Victoria's Secret Angels.
Halley Williams faz da ocupação laboral uma terapia para a crónica timidez. Adepta do recato, esta jovem cantora norte-americana, criada nos interiores do estado do Mississippi, decidiu agitar as rotinas e aliar-se a uma banda de rock alternativo, Paramore. Começou a afinar as cordas vocais desde menina, em coros de igreja, e hoje motiva os seguidores do género a abanar o capacete. Agitem-se vocês também
Diz a crítica que Julia Pereira é uma modelo (brasileira) que consegue sintetizar uma mulher. Paulo Fernando, um dos artistas que alimenta o site Comunidade Moda, desabafa que Julia é "linda, simpática, muleca, irreverente e muito charmosa". Acrescenta, já de beicinho, que viu a Garota de Ipanema de Jobim, embora esta gaúcha seja de São Sebastião do Caí... no chão
Ava Jean é uma modelo canadiana que faz pela vida. Não figurando na "premier league" da área, investiu os tempos livres no ballet, dança jazz e... canto lírico. Jovem mamã, de apenas 22 anos, aguarda uma cirurgia correccional para voltar às lides de pousar para a objectiva. No CV que publica para todos os interessados, confessa-se adepta do burlesco e do glamour, manifestando também inclinação para registar a imagem como pinup, vestida, semi-vestida ou em pelota
"Gorgeous" pode ler-se, em tradução livre para o nosso dialecto, como "deslumbrante". O adjectivo repete-se descontroladamente nos maiores fóruns que dissertam sobre beleza feminina, em particular quando o tema é Anna Christine Speckhart. Esta modelo norte-americana, uma das mais recentes revelações na área, é, de facto... deslumbrante. Aproveitemos o fim-de-semana para cantar muitas vezes
Anna Poppewel não escreve, pelo menos que seja público, mas deve a sua projecção mediática a crónicas. Não opinou sobre alguma coisa, mas foi uma das maiores figuras da super produção A Crónicas de Narnia. Londrina e fruto do amor de dois doutorados, um magistrado e uma médica, Anna escolheu cedo a arte de ficcionar. Com apenas 22 anos, vive uma reforma dourada, durante a qual cursa em Oxford, em literatura inglesa
Jessica Heap é de Baton Rouge, uma cidade do Louisiana que inspirou os cosméticos dos lábios. Dizem que é uma trabalhadora obssessiva desde que, em adolescente, mergulhou de cabeça na representação. Depois de sucessivas aparições nas telas, em filmes que lhe exigiam... duas ou três linhas de argumento, Jessica começou no Verão deste ano a maior prova de fogo. Em The Young and the Restless, uma soap opera que resiste desde... 1973, faz de irmã de dois irmãos. Um duro teste para cinco ou seis linhas de deixas
Felicia Kay atravessa um interregno na carreira que escolheu para juntar fundos de vida. Com 24 anos, esta modelo norte-americana escolheu intervalar o ofício para dotar de exclusividade o rebento Nikolai. A opção pelos genes do cuidado materno levou-a a congelar o perfil que mantinha no espaço virtual, deixando, porém, e passo a citar, "um agradecimento às centenas de solicitações" para passear as infinitas sardas em espaços de exposição de indumentária
As manas Oleema e Kalani Miller têm duas coisas em comum. O papá e a mamã e o investimento na promoção de fatos de banho (coloridos de fluorescentes berrantes). Mas a partilha das manas, consta-se, que se fica por aqui. Foi Kalani, à vossa direita, que usurpou o coração de Kelly Slater, um tipo calvo que ainda consegue, à beira de quarentão, equilibrar-se melhor que os outros numa tábua de fibra. Um amor que continua, literalmente, sobre ondas
Apesar de ter apostado na representação e testar a aptidão na série britânica Skins (atribulações de adolescentes), Freya Mavor tem dado cartas mediáticas em outra área. Naturalmente, a face sardenta desta escocesa foi decisiva (dizemos nós) para a Pringle of Scotland, uma marca selecta de indumentária, a eleger como rosto da última campanha Primavera/Verão. Personalidades como Madonna, David Beckham ou Claudia Schiffer tentam promover as carreiras descendentes dizendo que só vestem Pringle. Freya não precisa. Dão-lhe de vestir
Emilipe Pommelet é uma modelo francesa que não se importa de prevaricar. Assume-se como viciada em tarte de maçã, apetites que não a inibem de pousar para as objectivas. Não figura no topo do "ranking" de modelos, não costuma desfilar elta-costura, mas vai exibindo, amiude, as sardas de todo o corpo em sessões soft-eróticas, de cariz artístico. Contar as suas sardas é igual a registar cada grão de areia da Praia do Vau
Jessica Lowndes é uma canadiana que representa (mais ou menos) e canta (ainda menos), atributos que, mesmo assim chegam (e sobram) para ir pagando as contas. É, por estes dias, um dos rostos (sardentos) da insistente (ou persistente) série adolescente 90210, por onde circula a puberdade de pré-adultos de boa figura
Diz a crítica que Julia Pereira é uma modelo (brasileira) que consegue sintetizar uma mulher. Paulo Fernando, um dos artistas que alimenta o site Comunidade Moda, desabafa que Julia é "linda, simpática, muleca, irreverente e muito charmosa". Acrescenta, já de beicinho, que viu a Garota de Ipanema de Jobim, embora esta gaúcha seja de São Sebastião do Caí... no chão
Quando o mercado da alta costura desbastava, com algum desespero, novos membros da elite da modelagem, alguém esbarrou com Julia Hafstrom. Esta (ainda) miuda sueca, cativou os olheiros e já vagueia, com elegância, nos corredores dos maiores desfiles. Cara (sardenta) de capa das revistas do meio, a critica especializada já a vinculou a Kate Moss, na esperança de capitalizar um novo ícone da indústria têxtil
Kaya Scodelario cumpre o ano da vintena de vida. Esta londrina começou a desempenhar com rigor prematuro, cinco anos antes, o papel que continua a exercer na soap opera dramática Skins. A projecção foi tão grande que, pouco depois do baptismo na televisão, saltou para as telas de cinema, onde se especializou na área da ficção científica. Filha de mãe brasileira, orgulha-se de falar fluentemente a lingua de Camões, com o necessário sotaque
Lily Collins foi educada no género clássico inglês, mas faz pela vida, nestes dias, em Los Angeles. A aposta no continente americano está prestes a resultar num mestrado em jornalismo, curso em que desenvolve prática em colunas de opinião em várias revistas para adolescentes nos píncaros da puberdade. Aos dois anos já representava em séries da BBC. Aos 18 já era escolhida como uma das jovens mais bonitas das carpetes vermelhas. Culpa das sardas
A carreira de Meghan Markle é um circuito de ocupações. Modelo, publicitária, diplomata, concorrente e actriz. É neste trajecto, de idas e voltas, em que caminha esta californiana nas entradas dos 30. Resultado de uma paixão assolapada entre uma africana e um germano-irlandês, Meghan tamém se dedicou aos estudos e formou-se em relações internacionais. Estagiou na embaixada dos Estados Unidos em Buenos Aires, mas voltou a render-se à representação.Continua a passear o rosto sardento pelos feixes hertzianos
Phoebe Price nasceu no Alabama, junto de criadores de gado. Saturada do estado sulista, cedo deu o "grito do ipiranga" e atravessou o Atlântico, rumo à clássica e elitista Europa. Passou vestidos por Atenas e Milão, onde começou a testar os dotes de representação (a rima é propositada para oferecer mais impacto). Esgotada a moda, voltou aos Estados Unidos, concretamente a Los Angeles, onde se repartiu por séries manhosas e filmes de série C. Abriu boutiques de bijuteria, começou a desenhar os seu próprios chapéus e a insistir nos decotes até ao umbigo. Refere a crítica, em tom elogioso, que Phoebe tem silhueta peitoral escrutinada pelo Divino
Karen Gillan obriga-nos à informação repetitiva: um actriz que começou... já adivinharam?... a juntar uns dinheiros a flutuar sobre as passadeiras da alta costura. Oriunda da escocesa Inverness, onde dizem que um lago obscuro dá guarida ao monstro Nessy, Karen sempre foi uma lutadora. Foi saltitando entre uma série de castings para figuração até que alguém a apanhou para a reposição da série do viajante no tempo, Dr. Who. Já vai na segunda temporada e já tem compromisso assinado para a que comça a aser escrita para 2012. Uma talentosa (sardenta)