sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Santa graça

Tudo começou com uma pequena deixa no filme Nascido a 04 de Julho. A boa vontade de Oliver Stone projectou Holly Marie Combs para a indústria da ficção. Fruto do amor ocasional de dois irresponsáveis adolescentesl, Holly não teve uma juventude fácil. Quando ainda exercitava os primeiros passos na vida, tropeçou nos atacadores e marrou contra um tampo de mármore. Sofreu um lanho que ainda hoje é perceptível na sobrancelha direita. Já adulta, e durante quase dez anos, representou o papel de bruxa boazinha, junto de Shannen Doherty e Alissa Mylano, tudo miudagem da nossa (fornada de 70's entenda-se) adolescencia e que hoje, como por magia, todas mulheres enrugadas. Há a excepção, obviamente, de Holly... Marie

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Excelsa directora

Apenas a eloquência da Dr. Cuddy (aka Lisa Edelstein) salva os pacientes do execrável dr. House
de maiores humilhações e sofrimento, devido às invenções, diagnósticos e tratamentos experimentais do Special One da medicina!
Contudo, após a observação de alguns episódios da aclamada série, onde surge uma outra sardenta já retratada neste espaço, percebemos que não é a eloquência da directora clínica que leva o Gregory House a acatar, relutantemente, duas ou três decisões da sua superiora, mas as linhas que Lisa Edelstein, apesar dos seus 41 anos. Não são raras as vezes que vemos o shor doutor a olhar para os pouco convenientes decotes para uma médica, para as suas coxas e até mesmo para a zona das ancas (aka rabo!)...
Lisa, continua a atormentar a vida do House e apresentar os belos decotes, que todos nós agradecemos!

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Jogos de socorrista

Ainda antes de coadjuvar Carmen Electra nas praias de Los Angeles e vestir os justos fatos-de-banho de lycra vermelha, Kelly Packard supreendeu a América com a invulgar apetência nas cartas de copas, ouros, paus e espadas. No concurso que Portugal adoptou na década de 80 e que mostrava uma admirável química entre Nicolau Breyner e Pipinha (a jornalista socialite Filipa Garnel), Kelly arrecadou a astronómica quantia de 3.200 dólares, 2.180 euros na moeda corrente, numa semana dedicada aos miudos. Com esse montante, Kelly não gastou tudo em chupas e revistas Bravo, mas o que sobrou das doideiras joviais também pouco ajudou a projectar esta actriz no primeiro plano das estrelas. Está bem que participou nas Marés Vivas, mas não conseguiu desafiar os seios turbinados de Electra ou os peitos peludos do justiceiro David Hasselhoff

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Gritinhos de campeã

Hoje trago-vos Maria Sharapova, a bela russa, recente campeã do Australian Open. A "sereia da Sibéria", como é conhecida, é famosa não só pelo seu ténis, mas sobretudo pelos seus guinchinhos, gemidos e gritinhos quando bate a bola!
Contudo, parece que, segundo testemunhas, os seus gemidos, que levaram a algumas advertências dos árbitros - supostamente porque distraiam os juízes, não percebo porquê! - ficam-se pelos courts e na intimidade não existem, o que a faz perder alguns dos seus encantos!
Numa recente votação para as 50 mulheres mais sexys do desporto, Maria Sharapova surge na quinta posição, numa votação que continua a ser liderada pela antiga (se alguma vez a foi) tenista Anna Kournikova e, na qual, a sexta posição é ocupada por Daniela Ciccarelli, cujo desporto é ter sido mulher de Ronaldo!
Para se ver a pouca fiabilidade desta lista, a sérvia Ana Ivanovic, finalista do Australian Open, só surge na 22ª posição.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Enfermos

Em tempos de conflitos e desavenças sociais entre classe de enfermeiros e Ministério da Saúde, compete-nos, gestores de espaços lúdicos, serenar os ânimos. Depois da população civil barafustar contra o encerramentos de urgências, dos médicos reclamarem por mais dinheiro, meios e pessoal para o bom desempenho das funções, são agora os enfermeiros que protestam contra a desequlibrada distribuição do regime de remuneração. Por outras palavras, queixam-se de pertencerem ao último elo da cadeia laboral nos serviços de saúde e de apanharem, por consequência, com os trocos sobejantes. Olhando para a nossa sardenta de hoje, Mandy May, uma modelo despudorada, embeiçamo-nos pela figura ternurenta que reflecte, tal qual uma diligente enfermeira, quando nos muda a algália ou nos coloca a latrina para as necessidades prementes. Dá logo vontade de expormos o lombo para a Mandy nos passar a esponja pelos refegos. É que não passamos sem a higienezinha diária

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

La rose Sylvie

Marion Cotillard jamais teria sido agraciada com o prémio Bafta (o óscar britânico) para melhor actriz não fosse tão extraordinariamente secundada por Sylvie Testud na película La Môme, que relata a vida do bibelot-de-voz-de-cana-rachada Edith Piaf. À nossa sardenta de hoje coube o papel secundário, mas não menos determinante, de Simone Berteaut. Astuta, Momone, como era apelidada, conduziu Piaf pelas casas nocturnas de Paris, testando a resistência auricular de quem vazava alarvemente conhaques pelos fumarentos sítios sombrios da Cidade Luz. Na vida real, deu a cara, e as sardas, pela candidata presidencial Segolene Royal, mas saiu o Sarkozy à Sylvie. Valha-nos a Carla Bruni

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A cisne bolachuda

Thalita Lippi recolhe alguma fama no Brasil por dois motivos fundamentais: ter participado na oitava (!?!?) edição do Grande Irmão, do qual já recebeu guia de marcha, e vencido, ainda em adolescente, um surto de obesidade mórbida. Uma quinzena de anos depois, e mais esguia, Thalita tem tentado, com parco sucesso, desenvencilhar-se da herança de seus pais, Nádia Lippi e Ney Santana, duas meias-estrelas dos anos 80 que deixaram de reluzir. Diz-se "atriz", mas as raizes que carrega atrás auguram-lhe a fama efémera. Que não se volte a vingar nos hamburgueres e continue a malhar com alarvidade, é o que desejamos

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Camponesa

"Sei de uma camponesa, sem campo, sem quintal
Que canta debruçada ao sol da seara
Trigo da cara, de suor tão debulhada
Sei de uma camponesa
Dança à noite na eira
Perfumada de avenca e feno, enfeitada de tomilho
Canta com a expressão de quem vai ter um filho
Mesmo pelo coração...
Sei de uma camponesa
Nunca enche esta cidade
Nunca se senta à minha mesa
Nunca me leva à sua herdade
Pr'ouvir um trocadilho
P'ra tornar realidade, um sonho que perfilho"
...
Carlos Tê

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Carnaval...

Se é carnaval, ninguém leva a mal... Por isso, um ligeiro regresso ao passado. Chama-se Luana Piovani e já passou por este espaço, mas o facto de ter desfilado na ala dos artistas da Estação Primeira de Mangueira no Sambodromo do Rio de Janeiro justifica o seu regresso.
Infelizmente não encontrei imagens do desfile deste ano, mas fiquem com a do ano passado!


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Hollispooky

O semblante jovial e indefeso de Holliston Coleman pode conduzir ao engano. A jovem actriz, que este Verão assinalará 16 anos de existência, conta já com larga experiência na ficção para gente com estômago. Para os mais interessados no paranormal, a sardenta de hoje colecciona repertório suficiente para acicatar a cobiça entre o meio do bruxedo. Com apenas seis anos, contracenou com Kim Basinger, uma cinquentona gira mas sem sardas, no filme Bless the Child (qualquer coisa como Abençoem a Criança), no qual personifica uma autista que se divide entre as mensagens do Criador e as malfeitorias dos enviados do Demo. Ainda na área do obscuro, as participações em Touched by an Angel e Medium autenticam Holly com a estampa indelével do sobrenatural. Tenham medo!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Post mortem

Dora Bria era uma ultra-torcedora vascaína que fez fama no Brasil na arte de velejar equilibrada sobre uma prancha. A caminho do meio século de existência, continuava a ser apontada como uma das mulheres mais sexys do país irmão. Para os amantes do desporto náutico, ficarão imortalizadas algumas fotos de espectaculares manobras na prática do windsurf. Para os interessados no culto, meramente estético, da silhueta feminina, ficam os ensaios fotográficos nas publicações especializadas Playboy (Janeiro de 1993) e Sexy (Abril de 1998). Na passada terça-feira, a bonita sardenta perdeu a vida num acidente de automóvel. O município do Rio de Janeiro já prometeu um espaço próprio para imortalizar a ex-velejadora carioca. R.I.P.
...
(obrigado pela dica Fabi)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Quebra-cabeças

Os dois dias de ronha que se avizinham sobejam para contar as pintas em anexo. Como ponto de partida, posso arriscar que serão mais de 20 e nunca menos de 3.908.024.001. Em vez de se refastelarem no sofá a mamar jogos da liga inglesa, ao mesmo tempo que empurram os cacauetes com grades de mines, experimentem o original passatempo, que aguça a perseverança e desperta o esteta que hiberna em todos nós. Bom fim-de-semana
...
A (bela) foto é da autoria da neo-zelandesa Helen Bankers, mas desconheço a modelo que nos contempla

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Pianíssima

"As pintas que carrego em meu corpo sempre foram para mim a minha identidade, não consigo imaginar-me sem elas. Tenho-as da cabeça aos pés e como em uma tigresa ferina, fazem parte da minha arte de seduzir.
Ter sardas, assumi-las como minhas, valorizá-las e reconhecer-me diferente por causa delas é simples e divertido e não consigo imaginar a vida de outra maneira...
Uma vez me propuseram a retirada delas para ter uma pele branquinha, sem machas... Certamente, foi a proposta mais indecente que recebi na vida, mas a resposta orgulhosa de quem ama as sardas que tem, calou a insensibilidade do outro, que não consegue ver que o diferente também é belo.
Minha pele é como a tela de um quadro pontilhista, cheia de tons e meios tons, de pinceladas imperfeitas que se modificam no tempo e no espaço requerendo um olhar aguçado para compreendê-las em sua totalidade.
Eu sou minha pele!
Minhas sardas sou eu! Fabiane Pianowski é meu nome, sem vergonha e sem medo do mundo virtual."

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Da pesada!

Que resultado pode proporcionar o cruzamento entre uma agente de seguros e um motorista de carreiras suburbanas? Ora a resposta está na sardenta que apresntamos hoje, Connie Nielsen, uma dinamarquesa, frederikshvana de gema. A actriz nórdica firmou a carreira num percurso muito semelhante à de Linda de Suza. Deixou o país de origem, carregando na valise seulement le essentiel, rumo a Paris. Fez figuração e passeou uns trapinhos, mas os francos não chegavam para as necessidades básicas. Tentou depois Roma, onde decidiu finalmente letrar-se à séria na arte de representação. Ganho andamento na particular arte, desfez-se dos vínculos europeus e ala para os Estados Unidos. O Advogado do Diabo, Missão a Marte e Gladiador são algumas das películas que a tornaram semi-famosa. Hoje mostra mais afinidades pela percussão na música da pesada. Com um pouco de sorte, e disponibilidade para estoirar 50 euros num dia do Rock in Rio, poderemos contempla-la em presença no próximo Verão, se Connie decidir acompanhar o namorado, o baterista Lars Ulrich, no concerto dos Metallica

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Cinefelina

Podíamos começar por referências às qualidades de apreciação cinéfola de nomes como João Lopes, Vasco Câmara, Rui Pedro Tendinha ou Mário Augusto. Creio, porém, que, para o caro leitor, não interessa nada discorrer sobre a enfadonha crítica à projecção de peliculas. Torna-se, porem, imperativo, mantermo-nos na área das produções cinematrográficas, sem querer maçar com fornadas de adjectivos, atributo patenteado à exaustão pelos críticos de cinema. No caso particular da Txica, a nossa sardenta de hoje, não há estrelas que possam qualificar a valorosa casta dos seus genes, mas sempre podemos exaltar, em contrapartida, o seu gosto apurado por filmes de animação. Walt Disney e os seus colaboradores semearam-lhe a fantasia da fortuna com Aladino, acentuaram-lhe a destreza culinária com Ratatui, sensibilizaram-na para o problema das acessibilidades aos multibancos com Branca de Neve e os Sete Anões e, last but not least, acicataram-lhe o fervor clubístico com o Rei Leão (ninguém é perfeito)

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Lena Bugix

Então como já tinha prometido, cá vai. Leann Rimes é uma cantora norte-americana que já granjeou mais ouvintes. Numa carreira que tem vindo a inclinar-se para tendências descendentes, a sardenta de hoje teve, porém, o ofício nos píncaros quando subiu para um balcão e, junto com um punhado de outras formosas, cantou bem alto que não se podia deter o luar. Como se alguém fosse para a rua ao anoitecer e esperasse pacientemente pelas primeiras radiações da lua para, de imediato, as algemasse e as engavetasse no xilindró. Mas foi por culpa desta cantora que, há uns dez anos atrás, e inspirado pela sua desenvoltura coreográfica, me aventurava nas resistentes mesas do Bugix a serpentear-me sensualmente ao ritmo das batucadas, sem que ninguem tivesse a coragem de me algemar e devolver à procedência

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Bela entorpecida

Izabella Miko, ou Izabella Mikolajczak no original, foi uma potencial bailarina de primeiríssimo plano internacional, estatuto que esteve a milímetros de alcançar, não fosse o corropio de lesões nas vértebras, joelhos e tornozelos. Tal qual as grandes promessas do futebol que comprometem a carreira depois de um sarrafeiro lhes expor a tíbia, também Izabella, nascida na polaca Lodz, foi forçada a abdicar da dança clássica, por não ter arcaboiço físico, nem pachorra, para desgastantes ensaios diários. Pouco antes de completar a maioridade, e com o devido consentimento paternal, decidiu arrumar os sapatos de pontas e apostar na representação, investindo em cursos intensivos nos Estados Unidos. Com uma carinha laroca a ajudar, a nossa sardenta de hoje passou a ser alvo de convites para alguns blockbusters adolescentes, entre eles o Coyote Ugly, filme que voltaremos a abordar proximamente. Vá lá, não se atropelem

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Cara Mara

Sujeitos a uma exaustiva e criteriosa metodologia de selecção das distintas intervenientes neste blog, somos forçados diariamente a uma minunciosa filtragem das candidatas. Se o caro leitor observar - com o mesmo rigor que nos é patentado - as reverências às sardentas de cunho nacional, constatará com alguma facilidade (e felicidade) que o penoso processo de eleição resulta numa equipa de elite e com um objectivo comum: mostrar as sardas. É com descontrolado regozijo que constatamos que nomes como Mary, Mafas, Bibes, Avelã, Misha, Anita, Di, Flower Power, Julieta, Daniela, Duna, Suka e Yolla... pausa para oxigenar... são hoje alvo de persistentes buscas no motor Google e cintilantes estrelas no firmamento bloguístico. Hoje chegou a vez da Mara, uma candidata que nos golpeou com a chantagem emocional de ter celebrado 26 primaveras (neste caso invernos) no pretérito fim-de-semana. Excepcionalmente, cedemos ao ensejo da aniversariante e aceitámos lançar para a ribalta mais um reforço para a linhagem de extraordinárias sardentas lusas. Neste caso, a auto-proclamada fã número um dos U2 (u-dois em português). Que bono, congratulamo-nos de viva vox

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Rimar com Kristzi

Despertar e embarcar no teu olhar a acordar para logo me embalar no teu ar que me deixa a levitar sobre o manto de mar sardento que apetece degostar. Ai como é fácil rimar quando nos tem a inspirar um rosto de beleza invulgar que não cansa contemplar. Está bem, pronto, também me está a facilitar conjugar sem parar no inifinitivo impessoal. É que começa a viciar!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Glamourosa

Reconheça-se a nobreza de America Ferrera, uma actriz de sangue hondurenho com a coragem de arrogar-se como - sejamos ligeiros - feia. Com as dimensões de um bibelot (qualquer coisa como 155 centímetros) e umas curvas faustosas de bem nutridas, America tem coleccionado notoriedade na personagem de Betty Suarez, um género de contínua boazinha de uma grande publicação de sofisticada modelagem. Apesar de ter a estrutura dentária suportada por grampos enquanto ficciona uma das mais famosas personagens do seriado norte-americano, a nossa sardentuda latina achou por bem segurar, mas em numerário, o seu questionável sorriso, avaliado pela Lloyds em 10 milhões de dólares. E como ser feia e robusta não é definitivamente in, America foi alvo há uns meses atrás de um aturado desbaste digital para poder ser estampada nas dimensões habituais da capa da Glamour

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Stacey Poppins

Fala-se que Stacey Tendeter, uma actriz inglesa de segunda linha, chegou a ser convidada, na década de 70, para um remake da Mary Poppins, mas que a ideia teria sido abortada por Julie Andrews, por temer que a sua compatriota ofuscasse a versão original pela peculiar beleza que emanava do rosto sardento. Frustrado o projecto, Stacey nunca logrou o salto à primeira liga inglesa do cinema e, muito menos, à world league de Hollywood. Saltitou entre várias séries que caíram no esquecimento e em meados de 80 pregou-se definitivamente às tábuas do palco, para alívio da Julie, a voz da princesa-mãe da Fiona Shrek

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Le Jardin de Laurence

Em vez de singrar no campo da psicologia ou da enfermagem, os cursos com maior sucesso entre misses, Laurence Jardin, coroada a mais bela de França com apenas 19 anos, vingou no trapézio. Isto, pasme-se, depois de ter sido rejeitada por todas as academias gaulesas de ballet. A nossa sardenta de hoje foi corrida das coreografias clássicas sob o pretexto, e cito a própria, de "ser demasiado alta e ter formas muito femininas". Para gáudio do Cirque du Soleil, Circo do Sol no nosso idioma, Laurence contorce as articulações ao extremo da luxação em cima de um trapézio, cegando-nos com o brilho de uma actuação onde se "veste de nua". Por outras palavras, cobre-se, ou descobre-se, de um lycra transparente sobre as "formas muito femininas", para agilizar as perigosas manobras. No passado fim-de-semana, bamboleou-se ao som dos Xutos e Pontapés, no espectáculo comemorativo dos 20 anos do Circo de Feras. A tigresa fez pendant lexical

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Judiaria

Smadi Wolfman é uma judia que se cansou do conflito israelo-palestino e assentou arraiais na Gália, onde há muito se pacificaram as relações com os romanos. Antes, fardou-se e defendeu, de camuflado, o exército de Israel. Cumprido o serviço militar, deixou as guerrilhas e instalou-se nos palcos franceses. Entre o vasto currículo desta israelo-francesa, que se gaba de dominar, com acerto, os idioma inglês e hebraico, figura, por exemplo, a encenação de Joana D'Arc, outra guerreira, que teve um desfecho de vida precoce, enchurrascada na fogueira inquisitória. Que não sirva de mau prenúncio. Longa vida à Smadi é o que desejamos

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

A(s) bólida(s)

Penny Porsche iniciou-se muito cedo na doçaria. Ainda menina, despachava donuts num lugarejo do Ohio. Tinha ordens para não sair da cozinha, evitando assim intimidar a clientela masculina. Fruto da dinâmica laboral, passou a alternar as temporadas na restauração com o consumo de LSD e haxixe. Nos momentos lúcidos, aprendeu representação na Associação de Moravos Cristãos lá da aldeia natal. Aos 15 anos, pirou-se para Hollywood, mas o melhor que conseguiu foi o cargo de logista, funções que desempenhou com diligência até conhecer um empresário abastado. Casou, mas foi corrida de casa quando a gravidade começou a comprometer as expectativas estéticas do milionário. Fez um lifting com o financiamento do porquinho de louça que conseguiu trazer da mansão e iniciou-se na indústria pornográfica... aos 41 anos. Actualmente, com 46, é uma das mais famosas MILF's do mercado. Só para situar os menos entendidos, a sigla angófona poderá ser traduzida por qualquer coisa como "a mãe do amigo que gostaria de ter comigo"

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Talvez para a semana

Por decoro ou indisponibilidade das visadas, este blog ficou hoje impossibilitado da ode semanal às aventureiras anónimas que dão a cara, e as sardas, ao (nosso) manifesto. Continuamos a inquirir, para porporcionar ao punhado de fiéis os rostos comuns de mortais que se alindam com a derme sarapintada. Pela falha de hoje, as nossas desculpas

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Posey cochilar

Parker Posey tem nome de esferográfica, mas não se lhe conhecem crónicas nem colunas de opinião. Mesmo assim, chegou a carregar o cognome de Rainha do Indy, uma referência que a pode vincular erradamente ao defunto ex-caça-ministros-de-Cavaco. Esta actriz deve, isso sim, a moderada fama no showbizz ao facto de ter começado a firmar a carreira em películas low-cost. Os cinco intelectuais radicados nos Estados Unidos agradecem a Parker o conforto proporcionado pelas amplas (e vazias) salas de projecção. Sempre dá para estiraçar o esqueleto