Estreou ontem uma película que aborda os espíritos, a maldade e a capacidade de resistência do público. Emily Browning é uma das intervenientes em Os Indesejados, um thriller fraquinho que vem ocupar as grelhas de cinema, área que também padece, por esta altura do ano, da silly season. Com apenas 20 anos, é já uma das jovens actrizes mais requisitadas em Hollywood, embora, para isso, tenha sido forçada a descerrar o sotaque australiano, ela que é oriunda de Melbourne. Dispensou tutores ou terapeutas da fala e gastou tardes inteiras a acompanhar compulsivamente a Rua Sésamo para adquirir, na perfeição, a sonoridade yankeesexta-feira, 31 de julho de 2009
Aussiana
Estreou ontem uma película que aborda os espíritos, a maldade e a capacidade de resistência do público. Emily Browning é uma das intervenientes em Os Indesejados, um thriller fraquinho que vem ocupar as grelhas de cinema, área que também padece, por esta altura do ano, da silly season. Com apenas 20 anos, é já uma das jovens actrizes mais requisitadas em Hollywood, embora, para isso, tenha sido forçada a descerrar o sotaque australiano, ela que é oriunda de Melbourne. Dispensou tutores ou terapeutas da fala e gastou tardes inteiras a acompanhar compulsivamente a Rua Sésamo para adquirir, na perfeição, a sonoridade yankeequarta-feira, 29 de julho de 2009
Neopaper
Monique Olsen é mais um resultado da miscelânia tropical de biótipos no Brasil. Houve quem garantisse que o domínio mediático de Gisele Bundchen teria mesmo os dias contados e ameaçados por esta viciada em suco de morango. No entanto, Monique, natural de Florianopolis, anda saturada dos equilibrios forçados em tacões altos sobre as passadeiras. Com apenas 19 anos, deseja munir-se de quase cinco anos de experiência nas catwalk para se dedicar à cobertura jornalística dos grandes eventos de moda. Vamos torcer para que lhe escape um punhado de inconfidências sobre o corropio nos bastidoressegunda-feira, 27 de julho de 2009
Se Deus a marcou...
Hoje rejubilamos de orgulho pela entrevista gentilmente concedida por uma das raparigas mais sardentas de Portugal. A Matilde confessa-se ao blogue mais sardento do espaço cibernético:- Fogacho: Alguma vez contaste as sardas que tens?
- Matilde: Não, mas já comecei a contar. Desisti quando me disseram que contar sardas era mais ou menos como contar estrelas…
- Fogacho: Tens alguma estimativa do número?
- Matilde: Não faço ideia, mas presumo que centenas, na cara e no corpo. E nesta altura do ano tenho ainda mais. E gosto!
-Fogacho: Nutres estima por alguma em especial?
- Matilde: Nutro grande estima por todas em geral, mas no lado direito do meu nariz tenho duas ou três um pouco maiores, que gosto muito.
- Fogacho: Lembras-te da primeira pintinha?
- Matilde: Não, nem pensar. Tanto quanto me lembro, tenho sardas desde sempre, embora tenha fotos de quando era mais pequenina sem sardas nenhumas.
- Fogacho: Hoje imaginavas-te sem sardas?
- Matilde: Hell no!!! (risos) Nem pensar. Fazem parte de mim e nem consigo imaginar-me sem elas. Ia ser muito estranho. Não ia ser a mesma. Seria a mesma coisa que ficar sem cabelo!
- Fogacho: Alguma vez te elogiaram o rosto sardento?
- Matilde: … Parece muito mal se disser que sim? Sim, várias vezes.
- Fogacho: Podes partilhar um desses elogios?
- Matilde: Não tínhamos combinado nada disto (risos)… Não me lembro de nenhum em particular, mas o que sempre ouvi é que gostam das minhas sardas. Que me fazem ter um ar de menina, pinta de reguila. E a inevitável comparação com as estrelas.
- Fogacho: O que dirias às mulheres que camuflam as sardas?
- Matilde: Nunca entendi isso e nem entendo. Acho que as sardas, a serem alguma coisa, são um sinal de beleza. Por isso, não entendo por que se recorre a métodos para esconder, ou eliminar, as sardas. As mulheres com sardas têm muita pinta. E como me dizia a minha avó, “se Deus a marcou é porque alguma coisa lhe encontrou”. Eu acredito que é algo especial. Somos especiais!
- Fogacho: És e serás uma orgulhosa sardenta?
- Matilde: Sempre! A minha mãe ainda tem sardas e eu espero que as minhas não desapareçam nunca!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
A pré das precoces
Anos antes de Shirley Temple se projectar como a mais famosa rebento-actriz da história do espectáculo norte-americano, Anita Louise já tinha mostrado capacidades precoces na música (cantada e dançada) e representação. Aos seis anos, no arranque da década de 20, já integrava espectáculos diários na Broadway. Apenas um ano depois de entoar a voz aguda nos palcos, foi requisitada pelos maiores produtores de Hollywood. Ao contrário de Shirley, que abandonou muito cedo as representações de ficção para apostar numa carreira diplomática (representações mais polidas de alguma ficção), Anita nasceu no espectáculo de variedades, cresceu no cinema e acabou por morrer na televisão. Contava com 55 anos quando foi vítima de um ataque cardíaco, numa altura em que iniciava a pré-reforma em séries televisivas medianasquarta-feira, 22 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Sardas malucas
"Temendo o usual mau feitio, aclarei a minha voz para não ser malcriada:- Olhe, desculpe...
- Diga! Disse-me numa voz indiferente do alto da sua altivez, sem nunca sequer olhar para mim.
- É que hoje tenho um encontro, com um rapaz que gosto e não me dá jeito que aí esteja...
- Desculpe?! Respondeu-me algo ofendida e continuou - Está a insinuar, que me mude?
- Se não fosse muito incomodo, preferia que esta noite... não estivesse aí ou pelo menos que me deixasse disfarçá-la com um pouco de base!
- Perdeu a cabeça! Não deixo que me disfarce com base nenhuma! Não fale mais comigo!
E ignorou-me... Continuando lá, para quem quer e quem não quer. Nos dias que dá jeito e nos outros que não! Sardas Malucas!
...
Quando era pequena, perguntava à minha mãe porque é que tinha pintas na minha cara, 'És especial', resposta automática que calava perguntas repetidas demasiadas vezes. Mas eu era mesmo... Eu era mesmo especial! Tinha a cara e parte do corpo todo cheio de pintinhas.
À medida que fui crescendo, fui amadurecendo a minha relação com as ditas. Hoje são as minhas 'sardas malucas', que tomam bem conta de mim. Aparecem e desaparecem e fazem só o que lhes apetece. Não são controláveis, nada domáveis mas sem elas... já nem sei viver!"
Quando era pequena, perguntava à minha mãe porque é que tinha pintas na minha cara, 'És especial', resposta automática que calava perguntas repetidas demasiadas vezes. Mas eu era mesmo... Eu era mesmo especial! Tinha a cara e parte do corpo todo cheio de pintinhas.
À medida que fui crescendo, fui amadurecendo a minha relação com as ditas. Hoje são as minhas 'sardas malucas', que tomam bem conta de mim. Aparecem e desaparecem e fazem só o que lhes apetece. Não são controláveis, nada domáveis mas sem elas... já nem sei viver!"
Francisca
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Principada
Kelly Monaco tem apelido de sangue real, mas trata-se de uma plebeia oriunda de Filadélfia e mediatizada a partir de 1997, quando preencheu as centrais da Playboy. O ensaio correu tão bem que no ano seguinte já estava a emparelhar de fato de banho vermelho com Pamela Anderson na série patrocinada pelo Instituto de Socorros a Náufragos. Atleta eclética, Kelly abdicou da alta competição, para tristeza de sua mãe, uma treinadora de patinagem sobre o gelo, e investiu tudo na televisão, onde ainda hoje a podemos seguir no imortal General Hospital, série que se aguenta nos ecrans desde 1963, 13 anos antes da Kelly começar a berrar fora do ventre materno quarta-feira, 15 de julho de 2009
Celtica
Deirdre Shannon é uma irlandesa que afina os mais apurados cânticos celtas. Com voz que a crítica adjectiva de cristalina, Deirdre integrou o célebre espectáculo itinerante Lord of the Dance, vestindo a pele, por mais de 800 ocasiões (o número estimado de espectáculos por todo o mundo), da Deusa Erin. Mais recentemente, e depois de uma aposta a solo, integrou o trio, não Odemira, Celtic Woman. Ideal para os apreciadores do género Enya e música de medito-levitação. Boas introspecções e muitas estrelinhas coloridas... rimplimplim, rimplimplim, rimplimplimsegunda-feira, 13 de julho de 2009
Androspapéis
Temos orgulho dos proveitos das empenhadas pesquisas pelo mundo cibernético, que nos permitem projectar sardentas do planeta. No dia de hoje, mergulhamos na área clínica e apresentamos a senhora doutora Julie Moore, uma canadiana formada em naturapatologia, uma área da medicina intimamente ligada aos fenómenos e bens da natureza. Adepta da meditação, a "nossa" Juli conduz os seus pacientes às suas raizes, com recurso a técnicas que restauraram o equilibrio do corpo, mente e alma. Numa complexa conjugação de técnicas clínicas e homeopáticas, Juli promete cuidar de patologias endócrinas, entre elas os distúrbios inerentes à menopausa. No vasto curriculo não figuram terapias para a andropausa. Por isso, velhotes, arranjem alternativas, que a Juli não vos trata das incapacidadessexta-feira, 10 de julho de 2009
Revisora Oficial de Contas
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Glossário ilustrado
segunda-feira, 6 de julho de 2009
PETA
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A dela é gira
Desconhecemos se Adele Silva tem ramificações portuguesas, pelo apelido tão em voga no nosso país, mas em Inglaterra é um dos rostos mais famosos nas telenovelas britânicas. As domésticas consideram-na uma actriz de topo, enquanto os operadores de oficina apontam-na como uma das celebridades mais giras e compostas da televisão. Este bibelot, que ultrapassa por uma escassa polegada o 1,60, tem sido associada a incontáveis namoricos com artistas da bola. Se eventualmente, estava a fisgar Cristiano Ronaldo, já perdeu o timing do endinheirado madeirense, a caminho da cosmopolita, e bem mais solarenga, Madridquarta-feira, 1 de julho de 2009
Amazona
Mona Johansson tem a particularidade de ter sido descoberta pelas raposas do scouting de modelos aos 14 anos, quando participava numa prova de hipismo. De capacete, calça bege justa e bota ao longo das canelas, Mona conseguiu, mesmo assim, deliciar os batedores da moda. Esta sueca, agora a caminho dos 23 anos, tem, porém, uma adversidade morfológica: é, na leitura dos especialistas, um pouco baixa para os pârametros da alta-costura, já que só chega aos modestos 1,73 metros, cifra que identifica a média da estatura masculina em Portugal há uns dez anos. Apesar de rodas-baixas, continua a ser muito requisitada e já é mesmo equiparada a um dos ícones da área, a pele-e-osso Kate Mosssegunda-feira, 29 de junho de 2009
Saciadora
Serena Autieri tem, ao contrário do nome, uma vida agitada. Canta, representa nos dois formatos, tela e palco, e ainda serve de pivot a alguns programas televisivos. Esta versátil napolitana, a caminho dos middle 30's, não anda propriamente a encabeçar as parangonas no meio do espectáculo, mas tem sido premiada pela crítica mais exigente. Como está também em voga nos dias de hoje, com a proliferação de publicações masculinas, Serena cedeu à força dos euros e também mostrou o corpo desnudado à saciedade (é vasculhar no Google, que nós aqui não mostramos maminhas). Bella Italia!!sexta-feira, 26 de junho de 2009
Adipomizades
Andrea Willis tem problemas de relacionamento. Esta modelo norte-americana, um cabide esguio de quase 1,80 metros, manifesta todo o seu cepticismo, no que concerne a socializações com estranhos e menos estranhos. Desabafa esta rapariga do Oregon no MySpace (no espaço dela, não no meu) a qualidade de alguns contactos da vida. Pergunta, entristecida, como é que ainda consegue ser amiga de algumas pessoas. Sofrida, esta jovem solitária continua a passear vestidos decotados por catwalks ladeadas de gente que adequa os seus relacionamentos às gramas adiposas dos destinatáriosquarta-feira, 24 de junho de 2009
Turista pendant
Julia Restoin-Roitfeld viveu entre as críticas e avaliações severas sobre o estilismo. É filha da patroa da edição francesa da cotadíssima Vogue mas sempre quis desenvencilhar-se das disciplinadas amarras estéticas das indumentárias. Julia tem um gosto ecléctico e uma particularidade (também tem dinheiro para isso): quando lhe dão as vontades de usar um estilo mais casual, zarpa para Nova Iorque, onde, diz ela, não está sujeita aos juizos desfavoráveis da exigente haute couture. Quem pode, podesegunda-feira, 22 de junho de 2009
q. b.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Aviaduradoura
Começamos a homenagem de hoje com referências a Gago Coutinho e Sacadura Cabral. A dupla ligou, com sucesso sofrido e acidentado, os continentes europeu e americano por via aérea. Não sabemos se o feito dos dois loucos portugueses inspirou Amelia Earhart, uma norte-americana, não menos doida, que também experimentou o fenómeno da aviação. Esta enfermeira de formação apaixonou-se pelos engenhos movidos a ventoinhas e começou por juntar dinheiro em outros biscates para cursar pilotagem. Numa época conservadora (década de 20 do anterior século), Amelia venceu os preconceitos e foi coroada Rainha do Ar, acumulando um currículo extenso em vôos de longa duração. Tornou-se celebridade e rosto de promoção a vários produtos de multinacionais, juntando o financiamento necessário às corajosas expedições. O percurso da aventureira terminou drasticamente a poucas semanas de completar 40 anos. Numa tentativa de contornar o planeta, Amelia despenhou-se no Pacífico no ano de 1937, mas só foi dada como morta quase dois anos depois. O acidente continua hoje sem explicações claras, originando uma série de mitos e tagarelices sobre o destino desta invulgar aviadora sardentíssima. Foi um momento de cultura, que este espaço é eclécticoterça-feira, 16 de junho de 2009
Capuchinha
Levar esses doces para a minha avozinha
Ela mora longe e o caminho é deserto
E o lobo mau passeia aqui por perto
Mas à tardinha, ao sol poente
Junto à minha mãe dormirei contente"
...
Porque a infância é perene e a Polina Koukina merece o momento solene
domingo, 14 de junho de 2009
IKEAlata!!
Não tenho gostos convencionais no que respeita ao quotidiano. Nunca gostei de Pink Floyd ou U2. Estranhava quando os colegas de escola exibiam, envaidecidos, os LP's de vinyl recebidos no Natal. Eu continuava a preferir os bonecos da Playmobil. Nos dias de hoje, estranho a histeria do IKEA. Não desgosto do conceito de Lego gigante, mas enfurece-me o "serviço desenrasque-se". Tenha você um Fiat 600 ou uma Nissan Vanette, carregue com os módulos do roupeiro com que sempre fantasiou, caso contrário, pague um balúrdio nos extras de transporte. Eu, que não adquiri um veículo XXL, sou dos que, usualmente, tem de adicionar aos preços fabulosamente baixos o valor desembolsado aos mercenários que levam a casa. E nem com sardentas na nova campanha me convencem... proxenetas!segunda-feira, 8 de junho de 2009
Amencita
Hoje é oportunidade para algum resguardo nas considerações e meditação profunda. Hoje entregamo-vos a palavra de Jaci Velasquez, a Nucha dos americanos. Também como a nossa cantora festivaleira, Jacquelyn Davette Velasquez, o seu nome completo, espalha a palavra do senhor há 13 anos, com melodias que vão angariando os ouvidos de novos crentes. É considerada uma das mais populares cantoras evangélicas dos Estados Unidos. Tal como o nome denuncia, corre-lhe sangue latino pelas veias, o que lhe permite cantar, com a mesma eficácia, na lingua inglesa e castelhana. Oremos (também pelas curtas férias... até para a semana)sexta-feira, 5 de junho de 2009
Clube das Sardas
"Para desespero da minha princesa Anna de 10 anos, que reza para não ter, eu gosto das sardas!!! Nem sempre tive na cara, foram aparecendo, mas sempre tive no ombro esquerdo, é verdade! É engraçado!! A minha mãe tem no corpo todo!! Ela costuma dizer que quando nasceu, meteram-na ao sol com um passador por cima!! Por isso, e porque não é assim tão comum, e sobretudo para contrariar uma das minhas filhas, que detesta, eu aderi ao grupo das sardas!!! LOL!!!"Karina
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Mager Julia
Julia Stegner ist ein sehr schönes Modell aus Deutschland. Sie ist aus München, Bayern, Region, hat die beste Weißbier int die alle Welt. Gott sei Dank Julia mag es nicht, wenn sehr viel Bier, wie ich, oder sie haben eine große Bauch, wie ich fast. Und ich bin nicht so schön wie dieses sommersprossig Frau. Und einen schönen Bauch, was sie haben ... und andere Dingesegunda-feira, 1 de junho de 2009
Rita uccello
Rita Pavone ha un nome di uccelli che non volano, ma questo cantante italiano ha volato oltre il 60, con molto famose canzoni d'amore. In principio nessuno sa di lei e ha iniziato a mostrare chiamato Festival degli Sconosciuti. Purtroppo, è diventata famosa e triste ogni donna piangere sul suo Albuns, trasformandoli umido e ammorbiditosexta-feira, 29 de maio de 2009
Match-ponta
Vamos imaginar que Diora Baird, a típica ex-modelo transferida para as catwalk das grandes estreias cinamatográficas, era jogadora do circuito profissional de ténis. Vamos recorrer, por exemplo, ao ranking atribuído pelo sítio masculino Askmen, que a coloca praticamente na zona de despromoção do top-100 das mulheres mais belas. No 82º posto do WTA Tour Diora estaria a lutar, com dificuldades, para assegurar entrada directa nos quadros dos grande torneios mundiais. Quem sabe, podia surpreender, com raridade, alguma estrela do circuito inquietada, naquele dia, por ter partido a unha do polegar direito, o que já lhe escangalharia o visual para o tournament party daquela noitequarta-feira, 27 de maio de 2009
Pelota
Se efectuarmos uma busca para conhecer um pouco melhor Kandence Kailey, sentiremos alguma dificuldade em reunir dados que permitam reproduzir uma biografia capaz de elucidar os nossos leitores mais ávidos de informação. Agora se o amigo leitor dispensar grandes lenga-lengas e optar pelas notificações básicas, pode ficar pela origem da sardenta, uma jovem californiana, e a garantia que se trata de uma actriz que se desnuda com mais facilidade que Marinho Pinto incrimina os seus confrades advogadossegunda-feira, 25 de maio de 2009
RIP
Hoje assinalamos um dia triste. Na última sexta-feira, Lucy Gordon saturou-se da vida. Foi encontrada, já cadáver, pela polícia inglesa, precisamente no dia em que ficaria às portas da categoria de trintona e comemoraria os ainda tenros 29 anos. Horas depois da sua morte, já proliferavam comentários de amigos, próximos e mais ou menos próximos sobre um potencial artístico que foi travado por um acto desesperado. No currículo ficaram passagens muito escondidas por grandes produções de Hollywood, como foi o caso de Spiderman 3. No entanto, o primeiro grande papel desta sardenta britânica estava reservado para 2010, ano previsto para o lançamento de Serge Gainsbourg, Vie héroïque, uma película na qual Lucy interpretava o papel de Jane Birkin, a mulher que revolucionou os suspiros registados em vinyl. Que descanse em paz!quinta-feira, 21 de maio de 2009
Cruela
Aqui está o melhor exemplo de uma sardenta que entra neste espaço à força das sardas. Sim, porque este é um blog que não limita as dermes pintalgadas, mesmo que as proprietárias das mesmas, como é o caso de Chyler Leigh, tenham instintos sádicos de entristecer o Mundo. Como já devem ter desconfiado, Chyler integra o elenco da série mais maldosa da história da televisão. Como já devem ter adivinhado, falamos da Anatomia de Grey, onde desfilam passadeiras de infelizes com doenças crónicas, terminais e outros casos clinicamente irresolúveis. Um tempo bem passado para os que gostam de abrir a torneira e assassinar cinco árvores em lenços de papel. Nós, ambientalistas e bem dispostos, dispensamos a crueldade e trocamos a infelicidade por duas imperiais fresquinhas e um pires de tremoçosterça-feira, 19 de maio de 2009
Missão Possível
Nunca duvidámos que a mulher sardenta tem essência de diamante lapidado com a brandura da benevolência. Rachel Williams, a convidada de hoje, não só é gira como espalha o dom da força de vontade a quem esbarra em becos sem saída. Promotora de uma série de organizações de benfeitorias sem fins lucrativos, esta norte-americana bozinha dedica-se, por estes dias, a projectos para arrebitar falhados. Por outras palavras, Rachel vai constituindo uma série de mandamentos com o intuíto de incentivar quem afunda o traseiro no sofá a zappear na televisão entre o consultório do Dr. Phil e o programa de inutilidades da Oprah. Por outras palavras ainda: vamos lá a mexer esses rabos, cambada de preguiçosos!!!
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