quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Cada sarda com a sua história!

"Olá! O meu nome é Ana e tenho o nariz empinado tipo uma rampa de ski. Não é um nariz vulgar, até porque, geralmente, a conotação que têm os narizes empinados não é a melhor. O meu, só por ser meu, é especial. É ligeiramente torto (sem nunca o ter partido, o que me leva a crer que é defeito e não feitio) e tem topping por cima. O topping chamam-se freckles em inglês e taches de rosseur em francês se preferirem. Ah! e pois sim, que me desculpe Camões, chamam-se sardas o enfeite do meu nariz empinado, da minha beloved rampa de ski. Ao que parece, que sou brindada com sardas como com flocos de neve por cada raio de sol que aparece. Tal como a cor dos meus olhos é inconstante (verde, azul cinzento), as sardas têm uma periodicidade estranha, yet quite lovely: aparecem de inverno quando menos se esperam e de verão, bem, de verão, podem culpar a pigmentação (ou o excesso dela) que Deus me deu para ficar com sardas do tamanho de uma... bochecha. Exacto. O que para alguns podem ser umas sardas acrescidas pelo calor do verão, para mim, várias vezes e tão tipicamente não me fiquei pelo meio termo. Não. Umas dez sardas a mais seria demasiado vulgar. Para mim, foi uma mega sarda que me atingiu em cada bochecha num verão quente na Grécia. Há quem viva nos limites e há quem viva fora deles. As minhas sardas vivem na segunda hipótese tal e qual como eu. Não se satisfazem por serem umas 'inhas só'. Têm de ser mais, têm de ser notadas, apreciadas, bem vistas. Mas tal como a miséria, que nunca vem só e precisa de companhia, as minhas sardas não seriam nada sem a minha 'rampa de ski'. O meu nariz empinado, adereço imprescindivel sem o qual passariam despercebidas. Como tantas freckles, sardas, sinais castanhos aos montes. As minhas sardas, são especiais. Porque são minhas e sinto um orgulho imenso quando ao rebentar uma borbulha no nariz, vejo que está lá uma. Por debaixo. Underneath. E por falar em underneath, o sitio onde também tenho sardas em abundância mas em periodicidade normal e frequência vulgar é o peito. Dizem que é sexy e eu concordo. Mas não há nenhuma que chegue aos calcanhares das da minha rampa de ski. E deve ser por isso que me chamam 'Narizinho', ou não?"
...

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

Nicole Paris

Começamos agora uma semana que nos encaminhará para mais uma efeméride da má fortuna. Enquanto não esbarrarmos na próxima sexta-feira, datada de 13 de Novembro, podemos afrouxar a tensão contemplando Nicole Marie Lenz, uma bonita existência proveniente dos Estados Unidos. A convidadade hoje tem um percurso especial no trajecto mediático. Projectou-se ao público (masculino) quando foi eleita pela Playboy coelhinha no último Março do século XX. Granjeada a fama, acabou-se o sossego do anonimato. Esta antiga componente de um agrupamento de miudas que apoiam colectividades desportivas, vulgo cheerleader, terá participado num vídeo caseiro íntimo que celebrava, em liberal languidez, o 22º aniversário de Paris Hilton, a famosa herdeira da hotelaria de primeira classe. O caso, ou o proveito, foi desmentido, mas a fama permanece

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Loucatora

Diz a crítica que Natasha Desborough debita uma das vozes mais aveludadas da rádio britânica. Digo eu que a deputada socialista Maria de Belém larga tons bem mais graves que esta locutora de formação. Ao melhor estilo de Teresa Guilherme, empolga-se com o palavreado e ninguem lhe modera o falatório. Fez carreira na rádio e, tal como a nossa Teté-isso-agora-não-interessa-nada, começa também a cimentar-se na televisão e na produção de programas relativamente mais sérios que o Big Brother. Natasha escolheu a temática da maternidade, pediatria e fecundação (em todas as suas variações... mais técnicas) para se transformar numa das maiores pedagogas de parturientes e pais de tenro estatuto

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Para quê, CTT?

... mas só de olhos abertos contemplaremos devidamente cada pinta do rosto de quem nos cerra o olhar... para poupar (contas às sardas)

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Norstar

Marit Larsen é uma jovem norueguesa que já dobrou o quarto de século e continua a ganhar o respeito dos compatriotas. Fruto do amor de dois músicos, Marit seguiu a linhagem e tb se especializou na área. Ainda não tinha 10 anos e já formava dupla com Marion Ravon. O grupo, como o(s) nome(s) sugere(m) chamava-se M2M e entoava canções ao nível dos parâmetros dos Morangos com Açucar, mas ligeiramente (ainda) mais infantil. A dupla funcionou pouco mais de cinco anos. Marion recebeu um convite de uma multinacional e desfez a equipa, deixando Marit por sua conta. Falava-se nos bastidores que pertencia a Marit o maior mérito na composição das músicas do M2M. Os boatos materializaram-se em certezas com o sucesso galopante da carreira a solo, embora só ainda na Noruega tenha atingido a condição de pop-star. Para ouvirem e dizerem de vossa justiça

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Encargo possível

Não fossem os Estados Unidos a terra das oportunidades e Hollywood o braço cinematográfico dessa ampla oferta, Michelle Monaghan estaria hoje a sobreviver com o insignificante soldo de jornalista. Natural do Iwoa, a actriz começou por cursar Comunicação Social na sua terra de origem, mas acabou por comercializar a silhueta, no melhor dos sentidos, para subsidiar os estudos. Com a moda foi angariando muitos dólares e acabou por abdicar da aposta profissional da informação. Graças aos traços harmoniosos da face sardenta, foi resgatada por um olheiro de Hollywood e rebentou, também no bom sentido, para o estrelato quando contracenou com Tom Cruise na terceira missão impossível, a que se seguiu, portanto, à primeira e segunda. Ou seja, uma trilogia de encargos ficionados na tela e que precipitadamente se avaliam de irrealizáveis mas que Michelle também ajudou a desmistificar

Nunão

Katherine Rose, Catarina Rosa no nosso idioma, é uma modelo norte-americana freelancer que se disponibiliza para sessões de fotografia à séria. Tão à séria que no seu portfólio nega, de forma peremptoria, a promoção do nu integral. Prefere o implicito, o artístico, as meias-tintas... ou mesmo o quase-quase. Uma procura descomprometida no motor Google prova-nos efectivamente que Kathy não tira a roupa. Desloca sorrateiramente as vestimentas para nos permitir fantasiar os completos traços de uma silhueta vistosa e sarapintada. Puxem pela cabeça e não queiram a papinha toda feita

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Faz hoje um ano

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Paduagridoce

Dolce Amore, uma alemã radicada desde tenra idade em Itália, continua a investir na projecção que considera merecida ao glamour que (também) considera emanar. Enquanto não se cimenta no modelismo, vai leccionando educação física em Pádua, cidade que insiste em arrebatar-nos o santo casamenteiro. De sangue bávaro, Dolce procura nestes dias um artista da fotografia que a coloque nos píncaros da área das carinhas larocas. Candidatos?

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Túlipa

Chantal Janzen é uma artista holandesa que deve ter genes de lithium, patrocinados pela Duracell (passo a publicidade). Esta mulher, sardentíssima, canta, em género relativamente piroso (como podem ouvir aqui), dança, toca e representa, qualidades ecléticas que lhe valeram um convite para jurada dos Ídolos lá da Holanda. Não é como o "nosso" Manuel Moura dos Santos, manager de Rui Veloso e Jorge Palma e wrestler no programa português, mas Chantal também não facilita e efectua uma filtragem apertada nos candidatos das túlipas. O que se adequa perfeitamente à sua condição de flor. Reguemos esta planta para continuar a germinar pintinhas giras (mas não cante, por favor)

segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

As minhas sardas (testemunho suspeito de uma pessoa com sardas)

"Sardas: (também chamadas de efélides) são pequenas manchas cutâneas pigmentadas que se acentuam após exposição ao sol. São provocadas pelo aumento de melanina na pele".
...
Ora, posto desta forma, como que de uma doença se trate, nenhuma senhora pode ter uma boa abordagem ou uma boa iniciação a este mundo que é o mundo das sardas. E é assim mesmo que começa - Sardas?! Oh não, é o desespero!
Recordo, como se fosse ontem, o dia em que tinha 6 anos e me abordaram junto da minha avó:
- Tens umas sardas tão bonitas! Ficam-te muito bem todas essas pintinhas!
E foi assim que fiquei a saber que tinha SARDAS. Até lá tudo não passava de uma explosão imensa de sinais faciais. Escusado será dizer que desatei a correr. PINTINHAS?! Só faltava dizer que tinha borrões!
Não criem fantasias. Quando se é criança toda a nossa relação com estas "pintinhas" não é fácil. Felizmente o mundo muda, e a nossa cabeça também, e as pintinhas borrões deixam de ser a "sujidade na cara" e passam a ser pronuncio de "pele clara lavadinha, boas famílias, educação e crença":
- Se Deus te marcou alguma razão encontrou.
- Mas eu não acredito em Deus!
- Mas ele acredita em ti...
Pronto...O que se responde a isto?!
Não há grande coisa a dizer. Uma pessoa cresce, e as sardas também. Companheiras de uma vida podem ser as nossas melhores amigas que, de quando em vez, também elas têm as suas férias.
Uma pessoa habitua-se e, ao chegar a certa idade é óptimo poder ouvi-lo:
- Essas tuas sardas...dão-te um charme...
Certíssimo! São - AS MINHAS SARDAS - iguais às de ninguém.
Duas faces - Inverno/ Verão - que nem na moda, somos nós as portadoras de sardas! ESTAMOS NA MODA.
É mais que isso, com o tempo aprendi, sardas = pessoa elegante e charmosa.
Agora, muita atenção minha gente, para que tudo isto seja possível é necessário tratar destas nossas amigas com grande carinho e afecto, pois como todos nós, não gostam de ser ignoradas!
...
Rita Brito

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

Turbamena

(foto Luís Barra/Visão)
Tem apelido precavido ou de parcela de lotaria, mas numa entrevista, quase à la minute, concedida ontem à Visão, mostra-se desbragada nos ofícios e investida em tomar a vida com sorte . Luísa Oliveira, jornalista encarregue da peça publicada, impressiona-se com a sagacidade profissional de Filomena Cautela e avalia a cadência existencial da actriz/apresentadora ao nível do turbilhão. Chama-lhe turbo-mulher, pela combustão que inflama no quotidiano acelerado e na paixão que investe nos encargos que lhe subsidiam a vida. "Tenho liberdade económica para fazer o que quero". Pudera. Com essas pilhas também eu juntava trocos para estoirar tudo na FNAC

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Costureimérita

Abi Ferrin é uma estilista norte-americana que desenha exclusivamente para a silhueta feminina. Diz que não enseja apenas vestir as senhoras. Quer dar-lhes cobertura estética e, mais que isso, oferecer-lhes liberdade na conduta que as inspire às causas humanitárias. Chama às suas criações "a moda da liberdade". Inspirou-se na irmã, Kelly, uma benemérita implicada em várias acções humanitárias. Vestidos, tops, saias... tudo é desenhado e tingido com colorações vivas ao estilo nepalês, área asiática onde Aby patrocina, com uma antiga designer, Erika Everett, um movimento, sem fins lucrativos, que se destina a resgatar crianças da escravatura e mulheres da prostituição. Salvé, benemérita costureira

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Correio ecológico

Elizabeth Vine, uma jovem modelo nova-iorquina, admite que tem hábitos grosseiros. Queixa-se que a caixa de correio da sua residência é entupida com lixeira propagandista, pelo que, muitas vezes, tem achaques de limpeza e jorra a papelada, sem filtragem, para a reciclagem. Perde, por esse motivo, vários oportunidades para desfilar o corpo esguio. Foi, também por esse motivo, que criou uma conta numa das maiores comunidades de modelagem virtual, para lá lhe endereçarem os desafios na sua área de trabalho. Façam o mesmo. Sejam ecológicos e dirijam os piropos via analógica. Poupam árvores e alguns cêntimos nos selos

quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Fantasminha

Molly Ringwald foi musa cinematográfica dos anos 80. Desperdiçou talento em filmes para a faixa etária que desponta para a maioridade. No grande sucesso da sua vida, vestiu-se de Rosa Choque quando contabilizava apenas 18 anos, para inspirar risota nos adolescentes com alguns temas mais sérios. A decadência de Molly começou às portas da década de 90, quando perdeu para Demi Moore o papel da mais-que-tudo do recém-falecido Patrick Swayze, em Ghost. Andou pelo limbo do esquecimento até que foi recentemente requisitada para uma série no selecto cabo norte-americano, onde protagoniza o papel de mãe de uma adolescente que brota irreverência. Cá se fazem, cá se pagam

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Estrela cadente

Mikki Allen é um dos melhores exemplos que o estrelato pode ser fugaz e cadente. Contava 13 anos e enfrentava a problemática pré-adolescencia quando ganhou um casting para contracenar com Henry Indiana Ford Jones no melodrama O Regresso de Henry. Como não aprecio géneros que instiguem o choro compulsivo, não vos posso avaliar a qualidade da representação desta sardenta, hoje com 32 anos, mas chegou a estar nomeada para os óscares da pequenada nos Estados Unidos. Falhou o prémio e, provavelmente desgastada com a derrota, deixou a ficção sobre a tela

sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

Piafada

Descobrimos mais uma mescla de sangues, que se cruzam entre o francês e o irlandês e resultam numa pele sarapintada q.b. Zooey Deschanel é uma artista norte-americana cujos seguidores idolatram como multi-talentosa. Não será hiper-mediática, mas tem pontencialidades na representação e no canto, área onde a voz graviguda se arrasta para semelhanças com Piaf. Mais um contributo nosso para vos alargar as áreas do know how de sardentas e suas derivadas

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

Selfserviçal

Gostávamos de vos oferecer referências sobre Heather Bower, a giríssima sardenta que preenche hoje o espaço de tributo às sarapintadas. Na nossa apurada inquirição soubemos que Heather continua a investir, ainda sem o êxito merecido, no negócio da modelagem. Soubemos também que esta canadiana, oriunda de Ontário, garante oferecer confiança a quem lhe requisitar os serviços. Mais ainda: é uma jovem fácil de lidar e que se presta a deslocar-se em viatura própria para qualquer zona onde lhe financiem a tenra carreira. Uma self-made woman

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Camarada

No rescaldo de mais uma maratona legislativa, Safron Burrows é a sardenta que se segue. Primeiro modelo, numa efémera carreira que terminou ainda antes da maioridade, depois actriz, Safron lidou, desde muito cedo, com a política, fruto da militância socialista de seus pais. Chegou a distribuir nas ruas o Avante inglês, o Socialist Worker, uma publicação auto-denominada revolucionária e anti-capitalista. Educada sem as correntes puritanas convencionais, Saffron optou pela via do mesmo género sexual. Há três anos, chegou mesmo a ser apontada como uma das mais influentes homossexuais britânicas. Eu acrescentaria, mais giras

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Semi-Holly

Holly Palmer é uma cantora-compositora de mediano sucesso nos Estados Unidos e (praticamente) nula projecção na Europa. Eclética no uso dos instrumentos musicais, Holly domina com perfeição o dedilhar nas teclas do piano e o sopro na flauta e/ou saxofone. Romântica por essência, a nossa convidada de hoje manifesta particular predilecção por empatias químicas com os espectadores, que a motivam algumas vezes a encetar strips moderados, que a deixam de corpo semi-descoberto, para deleite de quem a ouve e, sobretudo, espreita. Para quem deseja embalar-se, deixo um clip onde a artista romantiza e também se semi-despe. Bom usufruto

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Raider basket

Se começássemos este post com referências a Michael Jordan, Magic Johnson ou Ticha Penicheiro? Surpreendido? Não fique, que tem tudo a ver. Ou melhor. Os nomes já estão imortalizados nas vitrines da história da prática do basquetebol e serão, com absoluta certeza, referências de Missy Raider, a sardenta de hoje, quando aponta ao cesto nos intervalos dos desfiles de moda. Originária da exótica River Falls, qualquer coisa como as cascatas de Wisconsin, Missy, a roçar os 1,80 metros, tem potencialidades para distribuir jogo. Na linguagem da modalidade que mais aprecia, será uma base dos alfaiates para modelagem da alta-costura

segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Mais do mesmo

Ainda no final da última semana gabava a capacidade de detectar para álém da base, essa pasta de uniformizar rostos e camuflar sardas. Felizmente, este espaço de pintas na cara conta com uma rede de observadores mais solidificada que o projecto TGV e bem mais séria que os avaliadores da liga de futebol, que nos vai fornecendo exemplares de todo o mundo com dermes sarapintadas. A uma semana das eleições, deixamo-vos uma analogia ao estado actual da nossa política. Amanda e Michelle Babin são duas concorrentes, praticamente iguais, que apelam ao voto num concurso que tenta projectar novas modelos nos Estados Unidos. À direita temos uma opção e à esquerda outra praticamente igual. Cara... ou cara? É que nestas tenras idades não há coroas.
Um agradecimento final ao olho apurado de uma das nossas candidatas

sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Scoutada

Erin Karpluk não me conhece, mas posso adiantar descomprometidamente, e com laivos de soberba, que mantemos um vínculo íntimo. A trintona da estranha Erica, um seriado que descobri à força no cabo, nunca me dirigiu palavra, muito menos as vistas, mas eu, ao primeiro esgar de contemplação, arrombei a base acamada sobre o seu rosto e discerni intuitivamente que se tratava de uma sardenta, capaz de enobrecer este espaço sarapintado. Erin, endereço-te os meus agradecimentos por, inadvertidamente, apurares as minhas capacidades sobre-humanas de scouting de sardentas

quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

Morangoska

A série juvenil Morangos com Açúcar tem-nos revelado algum produto nacional de qualidade.
Quase todas carinhas larocas, nem todas com grande talento para a representação, mas com um palmo de cara e um corpinho danone (passe a publicidade!).
Confesso não conhecer as façanhas artísticas de Sara Barros Leitão, de apenas 19 anos, mas a nossa sardenta de hoje já saltou dos Morangos para as novelas nocturnas do canal de Queluz... Depois de ter sido Jennifer Brown na série juvenil, foi Sofia em Olhos nos Olhos e agora em Sentimentos é Rute, uma bailarina, que enfrenta uma gravidez indesejada, mas que decide ter a criança (pelo menos é que se diz na Internet, que eu não vejo novelas!!)

segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

Fernando Pessoa

Não sei se Marketa Pechova se inspirou na obra de Fernando Pessoa ou sequer se alguma vez ouviu falar da Mensagem, mas a verdade é que a voluptuosa checa, de 23 anos, tem mais heterónimos que o famoso poeta português.
Não acreditam, então aqui ficam os vários nomes da nossa amiga: Cikita Pechová, Cikita, Chikita, Chiquita, Marketa P, Marketa, Magdalene, Cecilia, Cheyenne, Tchikita, Janine.
Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro roam-se de inveja...

sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

Tucana

É conhecida, pública, ancestral e insanável a rivalidade entre os povos brasileiro e argentino. Há quem diga que a histórica rivalidade se manifesta nas áreas social, política e futebolística, esquecendo que a moda e os cabides humanos que a promovem é outro espaço onde grassa a competição entre as duas nações sul-americanas. Chloe Bello é uma acérrima argentina que desfila têxteis nas passadeiras e só muito recentemente acedeu caminhar sobre uma catwalk edificada no vizinho Brasil. Até essa estreia, Chloe julgava que os canarinhos viviam em Copacabana rodeados de tucanos

quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

Estirpeótipada

Somos gente séria e editores de um espaço único "sardentário". Não exploramos com obstinação a lucrativa indústria adulta, que também nos fornece muitos exemplares de derme sarapintada. O mais difícil, a pesquisa peculiar neste mundo de pelota, é tomar-lhes suficientes dados biográficos para elucidar quem nos procura. Ava Milller é uma californiana que cumpre com as obrigações fiscais com o registo de ocupação laboral na área do entretenimento do "coiso". Numa pesquisa no mais conhecido motor de busca, poderão conhecer alguns gostos peculiares desta jovem actriz. É procurar e ler, que aqui não se fazem referências dessa estirpe

segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Mamã Chiclete

Maradona e Pelé continuam a degladiar-se pelo título de melhor futebolista de sempre, esquecendo que era Eusébio o pantera que arrasava adversários. O argentino e o brasileiro eram menos incisivos e mais artistas e falharam na transmissão dos genes. Edinho foi um guarda-redes mediano no Brasil. Como os rendimentos da prática futebolística não chegavam, dedicou-se à comercialização de estupefacientes, motivo pelo qual cumpre pena de prisão, para embaraço de Pelé. Diego Junior está radicado em Itália, mas nem o pai o reconhece como seu. Dá pontapés na bola, mas a fraca qualidade técnica obrigou-o a trocar a relva pela areia, onde exerce naqueles campeonatos de Verão. Tudo isto para vos apresentar outra criação de uma imortal. Mamie Gummer, nome que chegou a suscitar alguma zombaria entre os colegas de escola, que a apelidavam de Mamã Pastilha Elástica, é filha de Meryl Streep e faz pela vida. Desde que a premiada mãe a levou para as filmagens de A Casa dos Espíritos, Mamie não mais largou a encenação. Depois de algumas participações em filmes de pouca projecção, a filha sardenta de Streep anda agora a investir em musicais da Broadway, juntando-se ao Filipe La Féria lá do antigo colonato inglês

sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Gainsburger

Hoje apresentamos alguém com a particularidade de ter germinado no culto inspirador de uma música que agitou o sistema hormonal da juventude de 70. Charlotte Gainsbourg é fruto do inexplicável amor entre o engatatão malparecido Serge Gainsbourg e a bonita, mas de gosto duvidoso, Jane Birkin. Os dois copularam sofregamente em versão áudio no Je T'aime Moi Non Plus, fertilizando uma multifacetada artista, galardoada recentemente em Cannes com o prémio de melhor actriz, graças ao desempenho, também caliente, em Anticristo. Na obra, Charlotte também extravasa o mau gosto em cenas desnudadas com Willem Dafoe, outro rapaz extremamente bonito, com um trombil na linhagem do cantor-poeta Serge

quarta-feira, 2 de Setembro de 2009

Catering Katherine

Ainda não entendi o silêncio dos agrupamentos feministas. Não se manifestam violentamente contra as Donas de Casa Desesperadas. Por muito menos, organizaram churrascos ao lume de soutiens. Associar donas de casa à aflicção existencial é minorar as potencialidades domésticas da mulher e reduzi-las a desesquilibradas incapazes. Vide o exemplo de Dana Delany, que chegou com a série em andamento e mostrou de imediato argumentos insuperáveis nos ofícios domésticos e no negócio do catering, na personagem de Katherine. Um ícone da mulher sardenta e prendada
Web Pages referring to this page
Link to this page and get a link back!