segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Eu e as minhas sardas

(foto de António Louro)
"Somos só uma desde que tomei consciência da sua existência. Nem sempre tivemos um relacionamento amistoso. Tudo começou quando tinha apenas uns sete ou oito anos. Nessa altura, na escola era conhecida como a 'sardenta', ou a 'cara com manchas', enfim nada animador. Ao longo dos anos, fui-me habituando a elas. Comecei achar-lhes piada e percebi que tinha uma mais valia em tê-las. Tornava-me num ser único no meu grupo de amigos. Hoje em dia, durante o Inverno estão muito claras e é durante o Verão que atingem a sua plenitude de pigmentação . Adoro as minhas sardas, aprendi a viver com elas e a tirar partido disso. Ao fim ao cabo não é todos os dias que se encontra uma sardenta".
Fátima Luzes

2 comentários:

Rui disse...

Eu sei bem o que isso é...é uma espécie de magem de marca.

De qualquer maneira tens muito menos sardas que eu!

disse...

tão giiiiiiiiras :) e nunca mais chega o verão!... :)